Um canadense que passou décadas trabalhando como mecânico e construindo uma família com sete filhos ganhou repercussão internacional após abandonar sua antiga rotina para assumir uma identidade incomum. Hoje, Paul Wolscht afirma viver como uma menina de 6 anos chamada Stefonknee.

Stefonknee Wolscht. (Reprodução)
Stefonknee Wolscht. (Reprodução)

Um canadense que passou décadas trabalhando como mecânico e construindo uma família com sete filhos ganhou repercussão internacional após abandonar sua antiga rotina para assumir uma identidade incomum. Hoje, Paul Wolscht afirma viver como uma menina de 6 anos chamada Stefonknee.

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Stefonknee Wolscht, antes Paul Wolscht. (Reprodução)

A mudança radical de vida provocou debates nas redes sociais e levantou discussões sobre identidade pessoal, saúde mental e formas de enfrentamento emocional.

Mudança aconteceu após crise pessoal

Antes da transformação, Paul Wolscht levava uma vida considerada comum. Casado por mais de 20 anos, ele trabalhava como mecânico e criava os sete filhos ao lado da esposa. Segundo relatos concedidos à imprensa internacional, ele enfrentava problemas emocionais, incluindo episódios de depressão e pensamentos suicidas.

Diante desse cenário, decidiu abandonar a vida que levava e reconstruir completamente sua identidade. Após a separação, passou a se apresentar como Stefonknee, adotando roupas, comportamentos e atividades associadas à infância.

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Rotina inclui brincadeiras e desenhos

Em entrevistas, Wolscht afirmou que sua rotina é baseada no que define como “terapia por brincadeiras”. Entre as atividades realizadas diariamente estão colorir desenhos, montar quebra-cabeças, cantar músicas infantis, assistir a desenhos animados e brincar.

Ele afirma que não considera esse estilo de vida uma encenação, mas uma forma autêntica de expressar como se percebe. Segundo seus relatos, essa experiência proporciona conforto emocional e ajuda a lidar com traumas e experiências difíceis do passado.

Busca por experiências que acredita ter perdido

Wolscht também declarou que sente não ter vivido plenamente momentos importantes da infância. Por esse motivo, afirma que a nova identidade representa uma tentativa de preencher lacunas emocionais deixadas por experiências que acredita não ter aproveitado quando era criança.

Apesar de afirmar que vive sob a perspectiva de uma menina de 6 anos, ele reconhece que continua realizando algumas atividades da vida adulta, como dirigir veículos e tomar café.

Nova vida em outra família

Reportagens sobre o caso apontam que ele passou a viver com um casal mais velho, que o acolheu e o trata como parte da família. Segundo os relatos, o ambiente oferece suporte para o estilo de vida que escolheu adotar.

Caso divide opiniões

A história de Paul Wolscht continua gerando repercussão em diversos países. Enquanto algumas pessoas enxergam a situação como uma forma incomum de lidar com questões emocionais, outras questionam os impactos da decisão de abandonar a família e os filhos para viver sob uma nova identidade.

O caso segue sendo citado em debates sobre saúde mental, identidade e comportamento humano, sem que exista consenso entre especialistas e comentaristas sobre como interpretar a situação.

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