O caso da menina Emanuelly Lourenço Silva Souza, de 3 anos, morta e concretada na casa do próprio pai em Guarulhos, (SP), teve novos desdobramentos revelados à imprensa. Em depoimento, o pai afirmou que a madrasta foi a autora do homicídio e expôs as supostas motivações do crime.
O caso da menina Emanuelly Lourenço Silva Souza, de 3 anos, morta e concretada na casa do próprio pai em Guarulhos, (SP), teve novos desdobramentos revelados à imprensa. Em depoimento, o pai afirmou que a madrasta foi a autora do homicídio e expôs as supostas motivações do crime.
A investigação aponta que Emanuelly foi assassinada há cerca de dois meses, mas o caso só veio à tona nesta quinta-feira (27). A criança foi encontrada concretada na lavanderia da residência onde morava, junto ao pai, à madrasta e a outros irmãos.
O pai da menina, Lucas Silva Souza, possui um histórico criminal com quatro registros policiais. O mais recente envolve uma denúncia por maus-tratos contra um dos próprios filhos. Lucas também responde a uma ocorrência de violência doméstica contra Gabriela, mãe de Emanuelly.
Segundo informações divulgadas pelo SBT, Lucas declarou que a madrasta, Cristina Manoela, foi quem matou a criança e que ele teria apenas ajudado a ocultar e concretar o corpo. Ainda de acordo com o depoimento, o crime teria sido motivado por uma rixa entre Cristina e Gabriela, além da irritação da madrasta após a menina urinar na cama e, em especial, por supostamente ter feito xixi na própria cama na noite anterior ao homicídio.
Diante dos fatos, a Polícia Civil trabalha com a possibilidade de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, crimes pelos quais Lucas pode ser responsabilizado. Um pedido de prisão preventiva contra o pai já foi encaminhado à Justiça.
O caso segue sob investigação para esclarecer a dinâmica do crime e eventuais omissões ou envolvimento de outras pessoas na morte de Emanuelly.
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