O caso do adolescente que teria sido “adotado” pelo cantor Leonardo e levado de Ilhéus (BA) para Goiânia (GO) pela esposa, Poliana Rocha, ganhou um novo capítulo. Após a repercussão da declaração de Poliana, o jovem, identificado como João Dias, veio a público nas redes sociais para contar sua versão da história.
O caso do adolescente que teria sido “adotado” pelo cantor Leonardo e levado de Ilhéus (BA) para Goiânia (GO) pela esposa, Poliana Rocha, ganhou um novo capítulo. Após a repercussão da declaração de Poliana, o jovem, identificado como João Dias, veio a público nas redes sociais para contar sua versão da história.
A polêmica surgiu durante a participação de Poliana Rocha no programa “Sensacional”, da RedeTV!. Ela relatou que o marido teria “adotado” o menino sem a comunicação prévia ou autorização da mãe do jovem.
Poliana também contou que o garoto começou a chamá-la de “mainha”, o que a deixou desconfortável. “Acho que o Zé Felipe começou a ficar um pouco enciumado com o menino“, acrescentou, explicando a situação que levou ao retorno do jovem para a Bahia.
Após a viralização do vídeo, João Dias se manifestou, afirmando que desconhecia a entrevista de Poliana. Ele prometeu contar “tudo da forma certinha como aconteceu” e exibiu uma fotografia ao lado de Leonardo, tirada na fazenda Talismã, em Goiânia, para reforçar seu relato.
@joaodias1989♬ som original – João dias
João também revelou que a exposição da história chateou sua mãe:
“A minha mãe está um pouco chateada pela forma que foi falado, né? Mas isso não vem ao caso,” afirmou o jovem. “Vou me pronunciar, porque, na verdade, a história é minha e logo logo eu vou contar tudo da forma certinha como aconteceu, onde aconteceu e contar tudo tudo para vocês.”
Repercussão e críticas nas redes

Zé Felipe, Leonardo e Poliana (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Nas redes sociais, a atitude relatada por Poliana gerou intensa repercussão e críticas. Diversos usuários manifestaram indignação e pediram investigação do caso.
“Esse caso deveria ser investigado pelo Ministério Público e Varas da Infância e Juventude dos estados e cidades envolvidas,” opinou um internauta. Outro usuário criticou a motivação: “Não pegaram por compaixão, levaram pra ser um passatempo do filho mesmo.”
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