O menino Arthur de Mello (11), morreu na quinta-feira (11) após permanecer internado em estado grave em um hospital da Baixada Fluminense. O caso segue sob investigação pela Polícia Civil do Rio de Janeiro como uma possível intoxicação, e familiares cobram respostas sobre o que teria provocado a morte da criança.
O menino Arthur de Mello (11), morreu na quinta-feira (11) após permanecer internado em estado grave em um hospital da Baixada Fluminense. O caso segue sob investigação pela Polícia Civil do Rio de Janeiro como uma possível intoxicação, e familiares cobram respostas sobre o que teria provocado a morte da criança.

Arthur de Mello. (Reprodução)
De acordo com as informações, Arthur estava internado no Hospital Estadual Ricardo Cruz, em Nova Iguaçu. Segundo parentes, ele passou mal depois de comer um pedaço de bolo e recebeu atendimento médico às pressas.
Quadro clínico era gravíssimo
Durante a internação, o estado de saúde do menino era extremamente delicado. De acordo com familiares, Arthur apresentava inchaço cerebral e permanecia na UTI sem responder de forma satisfatória ao tratamento. Com a confirmação da morte, o caso segue sob investigação pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).
Acesse o canal BNTV no YouTube
Pai levantou suspeita de envenenamento
Conforme as informações, uma das linhas de investigação considera a hipótese de envenenamento. O pai do menino procurou a polícia e relatou suspeitas de que Arthur ingeriu chumbinho, produto vendido ilegalmente como raticida.
De acordo com a Polícia Civil, a conclusão dos exames médicos, toxicológicos e periciais auxiliará na determinação da causa da morte. Segundo os investigadores, não há nenhuma hipótese descartada até o momento.
Leia também:
Família pede esclarecimentos
O caso gerou grande comoção entre parentes e moradores da região. Familiares afirmam que querem entender o que aconteceu com Arthur e pedem que a investigação ocorra com rigor para esclarecer se houve intoxicação acidental ou ação criminosa. Até a última atualização, a polícia não havia divulgado detalhes sobre possíveis suspeitos ou sobre o resultado preliminar dos exames.
Leia mais no Bacci Notícias:
