Um bebê dado como morto durante o parto só não foi enterrado vivo após chorar dentro do caixão durante o velório, na manhã deste sábado (25), em Rio Branco, Acre. O caso foi relatado com exclusividade ao Bacci Notícias pelo pai da criança, que afirma ter enfrentado negligência e falta de assistência médica desde o atendimento à esposa no hospital até o momento em que a família já se preparava para o sepultamento.

'Meu filho ia ser enterrado vivo', diz pai de bebê que chorou dentro do caixão (Foto: BacciNotícias)
'Meu filho ia ser enterrado vivo', diz pai de bebê que chorou dentro do caixão (Foto: BacciNotícias)

Um bebê dado como morto durante o parto só não foi enterrado vivo após chorar dentro do caixão durante o velório, na manhã deste sábado (25), em Rio Branco, Acre. O caso foi relatado com exclusividade ao BacciNotícias pelo pai da criança, que afirma ter enfrentado negligência e falta de assistência médica desde o atendimento à esposa no hospital até o momento em que a família já se preparava para o sepultamento.

Segundo o pai, a gestante começou a sentir contrações assim que chegou à unidade de saúde. A médica informou que ela já estava perdendo líquido e que a bolsa teria rompido, entrando em trabalho de parto. A equipe, segundo ele, apresentou duas opções: aguardar o parto normal sem garantia de sobrevivência do bebê ou acelerar o processo, o que poderia levar ao óbito da criança.

A família escolheu esperar, confiando que a bebê nasceria com vida. A mãe deu entrada na sala de parto e, após desconforto intenso, o pai percebeu que o nascimento estava próximo. Com ajuda de outra paciente, conseguiram colocar a gestante na cama, e o parto aconteceu rapidamente.

O pai denuncia que a criança ainda estava dentro da placenta quando foi retirada e entregue à mãe. Sem exames detalhados, a equipe teria declarado a morte do bebê e colocado o corpo em uma sacola para ser encaminhado ao necrotério.

Já na funerária, durante o velório, a família pediu para ver o bebê novamente. Foi quando perceberam o choro vindo do caixão, a bebê estava viva.

Se ele não chora, ia ser enterrado vivo e ninguém nunca ia saber”, desabafou o pai, emocionado e revoltado com o ocorrido.

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