Michelle Bolsonaro publicou em suas redes sociais, nesta sexta-feira (06), que recebeu uma carta do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Michelle publicou uma carta que recebeu de Bolsonaro (Foto: Carolina Antunes / PR)
Michelle publicou uma carta que recebeu de Bolsonaro (Foto: Carolina Antunes / PR)

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), publicou em suas redes sociais nesta sexta-feira (06) ter recebido uma carta escrita à mão pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) celebrando os 18 anos de união do ex-casal presidencial, poucos dias após ser preso preventivamente, em novembro de 2025.

Bolsonaro, que cumpria prisão domiciliar, foi levado preventivamente para a Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, no dia 22 de novembro, após a tentativa de romper a tornozeleira eletrônica com ferro de solda. A carta teria sido escrita na semana seguinte, já que o casal celebraria aniversário de matrimônio no dia 28.

“Oi Mi, obrigado por você existir. Suas mensagens me encontram. Hoje, 28/nov, 18 anos juntos. Sou 100% fiel ligado a você. Dias difíceis, mas com esperança. Ansioso para te ver novamente. Te amo. Pra sempre, Jair Bolsonaro”, diz a carta.

Michelle divulga carta de Bolsonaro

Michelle teria recebido o escrito somente nesta sexta-feira, cerca de 70 dias após o envio do ex-presidente. Em publicação nas redes sociais, a presidente do PL Mulher devolveu as mensagens de carinho.

“Meu amor, cuidar de você e das nossas filhas é a minha maior missão. Caminhar ao seu lado, proteger, amar e permanecer é a minha escolha diária. Você é e sempre será o meu Grande Amor. Eu te amo.”, escreveu Michelle.

Prisão de Bolsonaro

Jair Bolsonaro permaneceu detido na Superintendência da PF por cerca de 50 dias, até ser transferido para o Complexo Penitenciário da Papuda, também na capital federal. O ex-presidente está detido na Papudinha desde 15 de janeiro de 2026.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por participação na trama golpista. O político foi incluído no núcleo 1 dos envolvidos na tentativa de golpe de Estado, e foi sentenciado com a maior pena entre todos os réus julgados no caso. Entre agosto e novembro de 2025, cumpriu prisão domiciliar.

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