A mãe de Bruna Oliveira da Silva, de 25 anos, foi chamada na DIG (Delegacia de Investigações Gerais) para a sequência das investigações sobre o possível paradeiro da jovem, que sumiu no último domingo em Cruzeiro, no interior de São Paulo.

Cães farejadores poderão indicar o paradeiro da garota nas próximas horas, que pode ter sido levada de seu próprio apartamento com vida. Há uma área de mata próxima ao condomínio que Bruna mora e as buscas podem seguir por lá.

Bruna sumiu no último domingo e até agora não foi encontrada. Ela estava dentro do próprio apartamento, que foi encontrada com a porta aberta.

Jovem desaparecida em Cruzeiro (SP). Reprodução redes sociais
Jovem desaparecida em Cruzeiro (SP). Reprodução redes sociais

A mãe de Bruna Oliveira da Silva, de 25 anos, foi chamada na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) para a sequência das investigações sobre o possível paradeiro da jovem, que sumiu no último domingo em Cruzeiro, no interior de São Paulo.

Cães farejadores poderão indicar o paradeiro da garota nas próximas horas, que pode ter sido levada de seu próprio apartamento com vida. Há uma área de mata próxima ao condomínio que Bruna mora e as buscas podem seguir por lá.

Como foi o desaparecimento da jovem

Bruna deixou o apartamento onde mora na madrugada de domingo, inclusive, com a posta aberta. Ela teria relatado para a irmã, uma semana antes, que se sentia ameaçada e estava dormindo com uma faca.

Segundo o pai, Marcelo Pereira da Silva, Bruna deixou a casa, localizada no Condomínio Colinas da Mantiqueira, Vila dos Comerciários, por volta de 1h33, e não foi mais vista.

O celular dela ficou na residência, o que impede ligações e rastreamento. A família ressalta que Bruna não tem o hábito de ficar fora por muito tempo, não usa drogas e jamais deixaria os filhos sozinhos, tornando o sumiço ainda mais preocupante.

O que diz o boletim de ocorrência

O boletim de ocorrência foi registrado na Delegacia Seccional de Cruzeiro. O documento cita que, na noite do desaparecimento, um homem foi visto na casa.

A Polícia Civil apura se essa presença tem relação com o caso.

Desde então, parentes, amigos e vizinhos realizam buscas em áreas de mata e campo próximas e compartilham informações nas redes sociais.

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