O cuidador de idosos Josué da Cruz, de 44 anos, morreu na manhã desta segunda-feira (8) após cair do 14º andar de um prédio na Avenida Nagib Farah Maluf, na Zona Leste de São Paulo. Imagens de segurança mostram que ele recebeu um visitante de madrugada, que desapareceu após o ocorrido. A polícia encontrou o apartamento da vítima completamente revirado e com uma porta trancada por dentro. O caso é investigado pelo 63º DP como morte suspeita.
Uma morte suspeita chamou a atenção das autoridades policiais de São Paulo na manhã desta segunda-feira (08), em um condomínio residencial na Avenida Nagib Farah Maluf, na Zona Leste da capital paulista, levantando um grande mistério.
Isso porque um homem de 44 anos, identificado como Josué da Cruz, que trabalhava como cuidador de idosos, foi encontrado morto na área comum do condomínio após supostamente ter caído do apartamento onde morava, localizado no 14º andar.

(Foto: Reprodução)
Visita misteriosa
De acordo com informações do boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar e encaminhado à Polícia Civil de São Paulo, os agentes apuraram que Josué havia recebido a visita de um homem, identificado como Radson, antes do episódio.
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Segundo os registros da portaria do prédio e das imagens das câmeras de segurança, o próprio Josué liberou a entrada do visitante no condomínio e, posteriormente, ambos foram filmados entrando juntos no apartamento.
Horas depois, por volta das 6h da manhã, os vizinhos foram acordados com um forte barulho e encontraram Josué caído na área comum do condomínio vestindo apenas cueca. O Corpo de Bombeiros e o Samu foram acionados, mas o óbito foi confirmado ali mesmo no local.
Apartamento revirado e suspeito foragido
A partir daí, os policiais realizaram diligências pelo edifício e encontraram o apartamento de Josué inteiramente revirado e com sinais evidentes de desordem. Uma das portas internas do imóvel também estava trancada pelo lado de dentro.
Porém, o homem que entrou no apartamento com a vítima durante a madrugada não foi localizado no condomínio. Agora, a polícia trabalha para identificar o paradeiro desse suposto Radson e compreender qual a sua real ligação com o caso.
A Polícia Civil de São Paulo, por meio do 63º Distrito Policial da Vila Jacuí, assumiu as investigações do caso, que foi registrado inicialmente como morte suspeita.
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