O motorista de aplicativo Antônio Marcos dos Santos Filho, conhecido como “Gordinho da Revoada”, desapareceu em Porto Velho (RO). A família recebeu um vídeo chocante no qual o jovem aparece sob coação em uma área de mata, se despede dos pais e é alvo de tiros. A polícia investiga o caso e realiza buscas em uma região de fronteira com a Bolívia, mas o corpo do trabalhador ainda não foi localizado.

Motorista de aplicativo executado (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Motorista de aplicativo executado (Foto: Reprodução/Redes sociais)

As forças de segurança de Rondônia mobilizam equipes de investigação para desvendar o misterioso desaparecimento do motorista de aplicativo Antônio Marcos dos Santos Filho, conhecido popularmente como “Gordinho da Revoada”.

O trabalhador sumiu repentinamente enquanto realizava corridas na capital, Porto Velho. Paralelamente ao sumiço, a angústia dos familiares aumentou, visto que criminosos passaram a circular um arquivo de vídeo chocante que registra a suposta execução do motorista em uma área de floresta.

De acordo com os levantamentos preliminares das autoridades policiais, os executores filmaram a ação em uma região de mata fechada, situada nas proximidades da fronteira internacional entre o Brasil e a Bolívia.

Vídeo chocante enviado a família

As imagens revelam uma dinâmica cruel: os bandidos mantêm Antônio Marcos sob intensa coação física e psicológica, obrigando-o a citar nomes de terceiros e a relatar desavenças anteriores antes de abrirem fogo.

​Antes dos criminosos efetuarem os disparos, o material registra momentos de extrema agonia. Nesse sentido, Antônio Marcos tenta manter a calma para enviar uma mensagem de adeus aos seus parentes e cita nominalmente os seus pais em uma declaração emocionante.

Logo em seguida, os atiradores disparam contra o motorista, interrompendo a gravação de forma abrupta.

​Apesar da gravidade das imagens que circulam nas redes, a Polícia Civil e a Polícia Militar ressaltam que as equipes de busca ainda não localizaram os restos mortais do trabalhador. A ausência de informações concretas sobre as coordenadas exatas do cativeiro intensifica o sofrimento da família em Porto Velho, que exige respostas rápidas dos órgãos competentes.

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