A mulher de 31 anos que invadiu o recinto dos elefantes do Zoológico de Brasília foi conduzida à delegacia após tentar retirar à força uma criança de 8 anos dos braços da mãe em Samambaia (DF). Segundo a Polícia Civil, ela alegou ter recebido uma “providência divina” para resgatar o menino.
A mulher de 31 anos que ganhou repercussão após invadir o recinto dos elefantes no Zoológico de Brasília, no último sábado (11), também é investigada por tentar levar à força uma criança de 08 anos em Samambaia, no Distrito Federal.

O caso ocorreu no último domingo (12), um dia após a invasão ao zoológico, e foi confirmado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).
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Segundo a investigação, a suspeita afirmou que recebeu uma “providência divina” para resgatar o menino, pois acreditava que ele estaria sendo sequestrado pela própria mãe.
Suspeita entrou em luta corporal com a mãe
De acordo com a Polícia Civil, a família retornava de um estabelecimento comercial quando foi surpreendida pela mulher. Ela desceu de um veículo e tentou colocar a criança à força dentro do automóvel.
Ao perceber a ação, a mãe do menino entrou em luta corporal com a suspeita para impedir que o filho fosse levado. Durante a confusão, a mulher chegou a se deitar no chão segurando a criança e se recusava a soltá-la.
Ainda conforme os relatos, ela dizia ser policial e afirmava ser a “mãe espiritual” do menino.
Polícia Militar encontrou mulher em estado alterado
A Polícia Militar do Distrito Federal foi acionada e encontrou a suspeita ainda no local da ocorrência. Segundo os policiais, ela apresentava comportamento alterado e reiterou que apenas cumpria um “chamado divino” para salvar a criança.
Diante do estado psíquico observado, a mulher foi contida e encaminhada à 26ª Delegacia de Polícia, em Samambaia Norte. O carro utilizado por ela foi apreendido durante a ocorrência, mas posteriormente liberado a outro responsável.
Polícia não efetuou prisão em flagrante
Apesar dos relatos das testemunhas e das circunstâncias da ocorrência, a Polícia Civil informou que a mulher não foi presa em flagrante.
Segundo a corporação, os elementos reunidos até o momento indicam a necessidade de uma avaliação mais aprofundada sobre a capacidade de autodeterminação da suspeita no momento dos fatos.
A investigação continua para esclarecer completamente o caso e definir as medidas cabíveis.
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