Um sarcófago, intacto há mais de 2.500 anos, foi aberto na necrópole de Saqqara, uma das áreas mais antigas e sagradas do Egito.
Um sarcófago, intacto há mais de 2.500 anos, foi aberto na necrópole de Saqqara, uma das áreas mais antigas e sagradas do Egito. A descoberta foi realizada no final de 2020, quando arqueólogos egípcios chamaram a atenção do mundo.
Dentro do sarcófago, a equipe encontrou múmias notavelmente preservadas, adornadas com hieróglifos e cores que resistiram ao tempo. Além delas, havia amuletos, pequenas estátuas e objetos cerimoniais, todos em excelente estado de conservação, oferecendo um raro vislumbre das práticas funerárias do Antigo Egito.
Saqqara e sua importância histórica
Saqqara, localizada ao sul do Cairo, integrava a antiga cidade de Mênfis, capital do Egito durante o Antigo Império. A região abriga a famosa Pirâmide de Djoser, considerada a primeira pirâmide construída no mundo, destacando-se como um dos locais arqueológicos mais significativos do país.
Rituais e status social
Segundo especialistas, os sarcófagos pertenciam a sacerdotes e pessoas de alto status social, datando do Período Tardio, por volta do século VI a.C. A descoberta trouxe novas informações sobre os rituais funerários e as técnicas avançadas de mumificação empregadas há milênios.
Mais do que um achado arqueológico, a abertura do sarcófago de Saqqara evidencia os segredos ainda preservados sob as areias do Egito. Cada nova descoberta permite compreender melhor a complexidade e a grandiosidade de uma civilização que continua a fascinar o mundo.
