O namorado de Stifanie Ribeiro Firmino Silva, de 35 anos, confessou ter matado a companheira e foi preso em Belo Horizonte. A vítima foi encontrada morta dentro do apartamento onde morava, e a Polícia Civil segue investigando as circunstâncias do crime.
O namorado de Stifanie Ribeiro Firmino Silva, de 35 anos, foi preso na tarde desta terça-feira (21) após confessar ter matado a companheira durante depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Belo Horizonte (MG).

Foto: Divulgação / Polícia Civil MG
O corpo da vítima foi encontrado na segunda-feira (20), em avançado estado de decomposição, dentro do apartamento onde ela morava, no bairro Camargos, na Região Oeste da capital mineira.
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Namorado confessou feminicídio
Segundo fontes ligadas à investigação, o suspeito, de 24 anos, apresentou-se espontaneamente à polícia na manhã desta terça-feira. Após mais de três horas de depoimento, ele confessou o crime e recebeu voz de prisão.
De acordo com as investigações, o homem era procurado desde a descoberta do corpo de Stifanie. Após a confissão, ele deixou a delegacia algemado e acompanhou os policiais até um local onde, segundo informou, havia escondido as malas retiradas do apartamento da vítima.
Relacionamento curto
Stifanie e o suspeito mantinham um relacionamento havia poucos meses. Os dois se conheceram por meio de um aplicativo de relacionamento.
A morte da mulher foi descoberta depois que moradores do condomínio estranharam o silêncio vindo do apartamento.
Conhecida por conversar com os vizinhos e enviar mensagens de áudio com frequência, Stifanie deixou de ser vista nos dias que antecederam a localização do corpo.
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Vizinhos sentiram ausência da mulher
Um morador relatou que foi procurado pela portaria do condomínio após o suspeito deixar o prédio carregando malas. Como era vizinho de porta da vítima, ele tentou fazer contato, mas ninguém respondeu.
Ao abrirem as janelas do apartamento, os moradores sentiram um forte odor de decomposição e acionaram a Polícia Militar (PM).
Suspeito não interagia com vizinhos
Segundo o mesmo vizinho, o suspeito frequentava o imóvel nos últimos dias e foi visto deixando o local poucas horas antes da descoberta do corpo. Ele afirmou que o homem costumava passar pelo corredor sem falar com ninguém e descreveu o comportamento dele como reservado.
A Polícia Civil continua investigando o caso para esclarecer a dinâmica do crime e concluir o inquérito.
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