O Fantástico exibiu novas imagens da megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio, que mostram o momento em que policiais são atacados por criminosos do Comando Vermelho em uma área de mata, dificultando o resgate de feridos. A Operação Contenção, a mais letal da história do estado, deixou quatro policiais mortos, 117 suspeitos baleados e 93 fuzis apreendidos.

Novas imagens mostram momento em que policiais são atacados por criminosos durante megaoperação
Novas imagens mostram momento em que policiais são atacados por criminosos durante megaoperação

O programa Fantástico, da TV Globo, exibiu neste domingo (2) novas imagens da megaoperação realizada nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro. Os vídeos mostram o momento em que policiais são atacados por criminosos armados em uma área de mata, dificultando o resgate dos agentes feridos.

A Operação Contenção, considerada a mais letal da história do estado, deixou quatro policiais mortos e 117 suspeitos baleados, além da apreensão de 93 fuzis. Segundo as forças de segurança, os confrontos aconteceram em áreas dominadas pelo Comando Vermelho (CV), uma das principais facções do tráfico carioca.

As imagens reforçam o cenário de intenso tiroteio e resistência armada enfrentado pelos agentes durante a ofensiva. O material, divulgado pelo programa, também mostra a dificuldade das equipes para acessar as regiões de confronto e retirar os feridos sob fogo cruzado.

A repercussão da operação segue mobilizando a opinião pública. No mesmo dia da exibição das imagens, o governador Cláudio Castro (PL) foi aplaudido de pé durante uma missa na Paróquia Santa Rosa de Lima, na Barra da Tijuca. O gesto ocorreu em meio a uma onda de apoio popular à ação policial.

Pesquisas recentes mostram que 64% dos moradores do Rio aprovam a operação, e o índice sobe para 88% nas favelas. Nacionalmente, 55% dos brasileiros também consideram a ação bem-sucedida, segundo levantamentos da Genial/Quaest e AtlasIntel.

A megaoperação, que durou vários dias, é vista por parte da população como uma resposta ao avanço do crime organizado no estado.

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