O desaparecimento de Maria das Graças Santos Ramos, de 64 anos, continua mobilizando moradores e autoridades em Cabreúva, no interior de São Paulo. A diarista foi vista pela última vez no dia 14 de abril, enquanto trabalhava em uma chácara da cidade, e desde então não há informações concretas sobre o paradeiro dela
O desaparecimento de Maria das Graças, de 64 anos, continua cercado de mistério e mobilizando moradores de Cabreúva, no interior de São Paulo. A diarista não é vista desde o dia 14 de abril, quando trabalhava em uma chácara da cidade. Desde então, familiares, amigos e conhecidos seguem em busca de informações que possam ajudar a esclarecer o caso.

Mesmo após um mês do sumiço, ainda não há pistas concretas sobre o paradeiro de Maria. O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais e em programas de televisão, aumentando a corrente de solidariedade e os pedidos por respostas.
Conhecida por moradores da região, Maria trabalhava na propriedade havia cerca de seis anos. O desaparecimento da diarista gerou forte comoção na cidade e motivou buscas realizadas desde os primeiros dias após o ocorrido.
A polícia continua investigando o caso, e qualquer informação que possa contribuir para localizar Maria das Graças pode ser repassada de forma anônima às autoridades.
Objetos encontrados em quarto
O desaparecimento de Maria das Graças ganhou novos desdobramentos e pode estar próximo de uma reviravolta. O caso completa um mês nesta quinta-feira (14) e continua cercado de mistério, enquanto familiares e autoridades ainda buscam respostas sobre o paradeiro da diarista.
O Cidade Alerta teve acesso ao quarto onde a idosa morava dentro de uma chácara, foram encontrados objetos que passaram a chamar a atenção dos investigadores. Entre os itens localizados estavam um facão, uma enxada e materiais com conteúdos considerados perturbadores, incluindo palavras cruzadas com termos vistos como macabros.
Segundo informações apuradas, os objetos encontrados podem se tornar elementos importantes para o avanço das investigações. A polícia segue analisando as evidências na tentativa de esclarecer o que aconteceu com Maria das Graças.
Cães farejadores fazem buscas em chácara
Equipes da Guarda Municipal utilizaram cães farejadores na chácara localizada no bairro Pinhal, local onde a diarista foi vista pela última vez antes de desaparecer, no dia 14 de abril.
Durante a operação, dois cães especializados participaram das buscas, um treinado para localizar pessoas vivas e outro preparado para identificar vestígios de cadáveres. Segundo as informações da investigação, os animais seguiram rastros que levaram até uma área com dois lagos dentro da propriedade.
A partir disso, investigadores passaram a considerar a possibilidade de que Maria das Graças não tenha deixado o local após o desaparecimento.
O caseiro da chácara, Rafael Berbel, foi a última pessoa a ter contato com a diarista e também quem registrou o boletim de ocorrência. Em depoimento, ele afirmou ter visto Maria por volta das 4h30 dentro do salão da propriedade.
Rafael relatou ainda que não ouviu o barulho do portão sendo aberto e disse não saber se foi a própria diarista quem apagou as luzes da chácara, hábito que ela costumava manter ao encerrar o expediente.
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Celular e controle de portão
Durante as investigações sobre o desaparecimento de Maria das Graças, a polícia encontrou documentos pessoais e cartões da diarista no quarto onde ela costumava dormir na chácara.
O ambiente estava organizado, sem sinais aparentes de desordem, mas o celular da vítima e o controle do portão da propriedade, itens que ela mantinha sempre por perto, não foram localizados.
A filha de Maria das Graças, Gilderlea dos Santos, afirmou que a mãe era extremamente cuidadosa e organizada, e destacou que a situação encontrada no quarto não combina com os hábitos dela. O desaparecimento da diarista segue cercado de dúvidas e mobiliza familiares e moradores de Cabreúva.
De acordo com relatos da família, Maria das Graças teria tido um desentendimento com um casal de caseiros que trabalhava anteriormente na propriedade. Após a discussão, os dois teriam sido desligados do local antes da chegada do atual caseiro, Rafael Berbel.
Enquanto tenta esclarecer o caso, a Polícia Civil segue analisando imagens do sistema de monitoramento da cidade e também busca rastrear o sinal de GPS do celular da diarista, na tentativa de identificar os últimos passos dela antes do desaparecimento.
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