Um novo ciclone extratropical começou a se formar na costa brasileira nesta terça-feira (27) e deve provocar ventania, chuva forte e queda nas temperaturas na região Sul do país nos próximos dias.
Um novo ciclone extratropical começou a se formar na costa brasileira nesta terça-feira (27) e deve provocar ventania, chuva forte e queda nas temperaturas na região Sul do país nos próximos dias.

Ciclone extratropical deve provocar ventos fortes e chuva no Sul do país. Foto: Reprodução.
Segundo a Climatempo, há risco de temporais isolados no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. O fenômeno também deve provocar rajadas de vento que podem chegar a 70 km/h em áreas do litoral sul brasileiro.
Ventos fortes e chuva atingem estados do Sul
De acordo com a previsão, o sistema está em formação entre o litoral gaúcho e catarinense. As áreas com maior risco de temporais incluem o Oeste e Sul do Paraná, Centro e Oeste de Santa Catarina e o Extremo Norte do Rio Grande do Sul.
A Climatempo informou que pancadas de chuva moderadas e fortes devem atingir os três estados ao longo desta terça-feira.
As rajadas de vento mais intensas devem ocorrer principalmente nas áreas litorâneas, enquanto no interior dos estados a tendência é de ventos moderados.
Frente fria avança e temperaturas caem
Na quarta-feira (28), a frente fria associada ao ciclone deve avançar pelo litoral de São Paulo. Segundo meteorologistas, o sistema começará a se afastar da costa da região Sul em direção ao alto-mar, reduzindo as chances de chuva intensa nos próximos dias.
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Apesar disso, rajadas moderadas de vento ainda poderão ser registradas no litoral do Paraná e de Santa Catarina.
Após a passagem do ciclone, a previsão é de queda nas temperaturas, principalmente durante as madrugadas e manhãs.
Frio deve permanecer até o fim da semana
A Climatempo informou que o chamado “frio de renguear”, expressão popular usada no Rio Grande do Sul para descrever temperaturas muito baixas, deve persistir até o fim da semana.
O risco de geada é considerado baixo, mas pode ocorrer em áreas mais altas das serras gaúcha e catarinense.
Até o momento, autoridades seguem monitorando possíveis impactos do ciclone nas regiões afetadas.
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