Pedro Rolim, que havia perdido os movimentos e a sensibilidade abaixo da lesão medular, voltou a movimentar as pernas apenas 15 dias após receber o tratamento experimental com polilaminina.

Pedro Rolim realiza exercícios em aparelhos de academia com auxílio de profissionais, 15 dias após receber a polilaminina. Foto: Reprodução.
Pedro Rolim realiza exercícios em aparelhos de academia com auxílio de profissionais, 15 dias após receber a polilaminina. Foto: Reprodução.

Pedro Rolim, que havia perdido os movimentos e a sensibilidade abaixo da lesão medular, voltou a movimentar as pernas apenas 15 dias após receber o tratamento experimental com polilaminina.

O avanço, registrado em vídeos, mostra o paciente realizando exercícios em aparelhos de academia com auxílio de profissionais, um progresso significativo em relação ao quadro anterior.

A polilaminina é uma substância experimental desenvolvida pela pesquisadora Dra. Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O objetivo do tratamento é estimular a regeneração de conexões nervosas em lesões da medula espinhal.

“O caso do Pedro é promissor, mas ainda estamos em fase inicial de estudos clínicos. Cada avanço é documentado cuidadosamente para avaliar a eficácia e a segurança da polilaminina”, explica a equipe médica responsável.

O tratamento recebeu autorização da Anvisa para estudo clínico, e pacientes como Pedro estão sendo acompanhados de perto para monitorar respostas motoras e sensoriais, além de possíveis efeitos adversos.

Segundo especialistas, resultados como este representam um passo importante na pesquisa de terapias regenerativas com polilaminina para lesões da medula.

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