O novo pedido de prisão foi decretado pela Justiça com o objetivo de investigar envolvimento do vocalista em um esquema de fraudes envolvendo a gestão municipal e facções criminosas. A investigação aponta que o pagodeiro é suspeito de liderar um esquema de fraude em licitações municipais em benefício de empresas ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

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Um novo pedido de prisão foi decretado pela Justiça para investigar envolvimento o cantor de pagode conhecido como Latrell Brito em um esquema de fraudes envolvendo a prefeitura de Ferraz de Vasconcelos, em São Paulo, e facções criminosas.

A investigação aponta que o pagodeiro é suspeito de liderar um esquema de fraude em licitações municipais em benefício de empresas ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Além de Latrell, outras duas pessoas também tiveram prisões determinadas pela Justiça.

Esquema de fraude

De acordo com as investigações, os contratos fraudulentos envolviam setores da administração de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. A Justiça entendeu que, em liberdade, os suspeitos poderiam atrapalhar o andamento das apurações.

Ligação com o crime organizado

Latrell Brito já havia sido citado em investigações anteriores por suposta ligação direta com integrantes do PCC. O grupo teria usado empresas de fachada para vencer licitações e movimentar recursos públicos em favor da facção. O caso segue sob investigação.

Latrell já se encontrava preso desde o dia 27 de janeiro. A ação ocorreu na Bahia, onde ele usava um nome falso.

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