O pai de Henry Borel, Leniel Borel, se emocionou ao chegar para o julgamento da morte do filho, iniciado na manhã desta segunda-feira (23), no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A Justiça analisa as acusações contra a mãe do menino, Monique Medeiros da Costa, e o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, então padrasto da criança, pela morte do garoto.
O pai de Henry Borel, Leniel Borel, se emocionou ao chegar para o julgamento da morte do filho, iniciado na manhã desta segunda-feira (23), no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A Justiça analisa as acusações contra a mãe do menino, Monique Medeiros da Costa, e o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, então padrasto da criança, pela morte do garoto.
Visivelmente abalado, Leniel chorou e conversou com a imprensa. Ele usava uma camisa com uma foto ao lado do filho por baixo do paletó. No local, foi recebido por Sônia Fátima Moura, que declarou solidariedade às vítimas de violência.
Durante a chegada, Leniel reforçou que busca respostas sobre o que aconteceu no apartamento onde Henry estava com a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, Jairo Souza Santos Júnior, na madrugada de 8 de março de 2021.
“A condenação é o mínimo para aqueles dois monstros. Esse júri precisa me responder: três pessoas entraram vivas naquele apartamento, dois adultos e uma criança. Horas depois, saem dois adultos vivos e uma criança morta. O que aconteceu com o meu filho?”, questionou.
Leniel também afirmou que espera, após o julgamento, conseguir dar início ao processo de luto.
“Espero que, após esse julgamento, eu consiga viver o meu luto e que o meu filho consiga descansar em paz”, declarou.
Ele ainda fez um apelo para que a babá Thayná Oliveira, que não teria sido localizada pela Justiça, preste depoimento no júri, destacando que ela fazia parte da rotina da criança no apartamento.