A universitária Alison Altamirano foi vítima de um assassinato brutal no Equador, cometido por quatro supostos amigos após ir a um churrasco. O pai da vítima, Thomas Altamirano, expressou sua angústia e confirmou detalhes da extrema crueldade, como o desmembramento do corpo da jovem. Quatro suspeitos foram detidos em flagrante, e a família, que sustentava Alison na universidade, clama por justiça.
O assassinato da universitária Allison Juliana Altamirano Poveda chocou o Equador após a jovem ser vítima de uma violência brutal nas mãos de quatro supostos amigos. O pai da vítima, Thomas Altamirano, expressou sua angústia diante da crueldade do crime que interrompeu a vida promissora de sua filha, de quem ele ainda se refere como “uma menina boa“.
Thomas, recorda que a filha havia falado com ele e com a mãe pela última vez antes de anunciar que iria para a casa de um amigo, onde participaria de um churrasco. A partir desse momento, não houve mais contato. O pai da vítima, que a sustentava em um apartamento no cantão Cevallos, província de Tungurahua, onde ela estudava.
“Minha filha nunca se meteu em confusão com ninguém, nós a trouxemos para cá apenas para que ela pudesse estudar e se tornar alguém na vida, não para que fizessem isso conosco”, disse o pai da vítima em entrevista para a imprensa local.
Após a execução do crime, que levantou inúmeras dúvidas e perguntas para a família que busca respostas. A extrema violência chegou a ser descrita por Thomas Altamirano:
“Cortaram o pescoço, depois os membros e puderam pegar as chaves de um carro para a levar“, disse ele.
Assista o velório de Allison:
Após a audiência de flagrante, a Justiça determinou prisão preventiva dos quatro suspeitos por 30 dias, e iniciou o processo de investigação pelo crime de feminicídio. Segundo o Código Orgânico Integral Penal, a pena prevista varia de 22 a 26 anos, podendo chegar a 34 anos e oito meses em caso de agravantes.
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