Uma passageira envolta na bandeira do Brasil foi retirada à força de um voo da GOL no Rio de Janeiro, com destino a Brasília, após proferir graves ofensas contra os demais ocupantes da aeronave. A mulher, que se identificava como bolsonarista, acusava os passageiros de serem “petistas e abusadores“, sendo necessária a intervenção da Polícia Federal para o desembarque.
Uma mulher foi obrigada a desembarcar do avião, que partia do Rio de Janeiro com destino a Brasília. O incidente aconteceu na noite da última terça-feira(3), quando a mulher que portava uma bandeira do Brasil proferiu uma série de ofensas graves contra os demais passageiras.
Escândalo
Um vídeo registrado por uma das passageiras mostra o momento em que a mulher profere xingamentos de teor e extremamente sério e depreciativo aos demais passageiros do voo, chamando-os de “estuprador, abusador, aliciador, assediador“, entre outras palavras de baixo calão.
Identificação política
De acordo com o relato de uma passageira, a mulher identificava-se como apoiadora do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ela teria afirmado que o avião estava repleto de “petistas” e que, por isso, a decolagem não seria permitida.
“Ela disse que estava em um voo com petistas, que eram todos abusadores e que o avião não ia decolar. Chegou a se deitar no chão, o que exigiu a intervenção da Polícia Federal para que fosse retirada“, detalhou a passageira à reportagem do Metrópoles.
A intervenção da Polícia Federal foi crucial para garantir a segurança e o prosseguimento da viagem, que só pôde decolar após a retirada compulsória da passageira.
Companhia aérea se pronuncia
Em nota, a GOL confirmou o episódio durante o embarque do voo G3 2075, classificando o comportamento da passageira como “inadequado”, e, que a tripulação seguiu os procedimentos de acionamentos de apoio das autoridades.
“A GOL reforça que todas as ações referentes a este caso foram tomadas com foco na Segurança, valor número 1 da Companhia”, declarou.
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