Delegado Robinson Gomes afirma que mulher que mandou matar técnica de enfermagem Laís de Oliveira Gomes Pereira, de 26 anos, em Sepetiba, no Rio de Janeiro, para ficar com a guarda da filha da vítima.
A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) divulgou novos detalhes sobre o assassinato de Laís de Oliveira Gomes Pereira, de 26 anos, morta a tiros no dia 4 de novembro, em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Segundo o delegado Robinson Gomes, responsável pelo caso, a mandante do crime seria Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, que planejou a morte da técnica em enfermagem para ficar com a filha da vítima, fruto de um relacionamento com o atual companheiro da suspeita.
As investigações apontam que Gabrielle apresentava comportamento obsessivo e possessivo pela criança, chegando a inventar falsas acusações contra Laís para tentar obter a guarda exclusiva da menina.
Ela teria oferecido cerca de R$ 20 mil para que Davi de Souza Malto, responsável pelos disparos, e Erick Santos Maria, que conduzia a motocicleta, executassem o crime.
“Ela tem perfil de psicopata, não se altera, apesar das pressões legais que a gente realizou em depoimento, ela não se alterou. É manipuladora, estelionatária”, afirmou o delegado Robinson Gomes em entrevista à imprensa.
Gabrielle segue foragida
A polícia informou que Gabrielle segue foragida, mesmo após buscas em Campo Grande e Duque de Caxias. Segundo os advogados dela, a suspeita se recusa a se entregar. A arma utilizada no crime ainda não foi encontrada, mas a motocicleta usada na execução foi apreendida.
Laís foi morta enquanto empurrava o carrinho do filho de dois anos, o que causou grande comoção e revolta entre os moradores da região. Gabrielle é procurada por mandado de prisão preventiva.
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