A perícia criminal revelou que Nájylla Duenas Nascimento foi atingida por seis tiros após ser encurralada pelo noivo em um terreno baldio ao lado da festa de casamento, em Campinas. O autor do crime, o guarda municipal Daniel Barbosa Marinho, disparou pelo menos 11 vezes. Ele teve a prisão convertida em preventiva e responderá por feminicídio.

Perícia revela detalhes chocantes sobre morte de noiva no próprio casamento (Foto: Redes Sociais)
Perícia revela detalhes chocantes sobre morte de noiva no próprio casamento (Foto: Redes Sociais)

A perícia criminal deu detalhes sobre a morte da noiva Nájylla Duenas Nascimento, de 34 anos, assassinada pelo próprio noivo, o guarda municipal Daniel Barbosa Marinho, de 55 anos, durante a festa de casamento dos dois em Campinas (SP).

Após isolarem e periciarem a cena do crime, que aconteceu na noite do último sábado (9), na Rua Anália Franco, no bairro DIC 4, as informações foram acrescentadas ao boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil de São Paulo.

(Foto: Redes Sociais)

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Dinâmica do crime

De acordo com a perícia, os detalhes do crime são chocantes. Tudo começou quando os noivos discutiram em meio aos convidados. Os primeiros disparos contra ela aconteceram ainda do lado de fora do imóvel.

Ao tentar fugir, Nájylla passou por uma escadaria até ser encurralada em um terreno ao lado da residência onde a celebração acontecia. Ao todo, a vítima foi atingida por seis tiros: dois na região do tórax, dois no antebraço esquerdo e um em um dos dedos da mão direita.

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No local, os peritos também encontraram onze estojos de munição deflagrados, três cartuchos intactos e quatro projéteis deformados, evidenciando a violência do ataque.

Prisão preventiva

De acordo com a nota oficial divulgada pela Guarda Municipal de Campinas, o próprio agente acionou a corporação após o crime e foi conduzido diretamente à 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), onde foi autuado em flagrante ainda na noite de sábado.

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Neste domingo (10), o Tribunal de Justiça de São Paulo informou que a prisão em flagrante foi convertida em preventiva. O caso foi registrado como feminicídio e violência doméstica na 2ª Delegacia de Defesa da Mulher de Campinas. O guarda municipal foi encaminhado à Cadeia Pública do 2º Distrito Policial, onde permanece à disposição da Justiça.

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