O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) aparece como favorito à reeleição em São Paulo, segundo pesquisa da Realtime Bigdata realizada entre 2 e 3 de outubro de 2025.
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) aparece como favorito à reeleição em São Paulo, segundo pesquisa da Realtime Bigdata realizada entre 2 e 3 de outubro de 2025. Mesmo assim, o ex-vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) se aproxima, reduzindo a vantagem do governador. A pesquisa também mostra que o pleito estadual está fortemente influenciado pela polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Cenário principal e a vantagem de Tarcísio
No cenário principal sem Alckmin, Tarcísio lidera com 52% das intenções de voto, seguido de Márcio França (PSB) com 16%, Erika Hilton (PSOL) com 10%, Paulo Serra (PSDB) com 8% e Felipe D’Ávila (Novo) com 3%. Brancos, nulos e indecisos somam 11%.
Alckmin entra na disputa
Com a inclusão de Alckmin na simulação, os resultados mudam: Tarcísio segue à frente com 47%, seguido por Alckmin (26%), Erika Hilton (10%) e Paulo Serra (7%).
Além disso, a rejeição de Tarcísio é de apenas 28% – o menor índice entre os testados. A deputada Erika Hilton lidera o ranking de rejeição com 38%.
Sem Tarcísio, disputa se fragmenta
No cenário em que Tarcísio não concorre, Alckmin desponta com 30%, seguido por Ricardo Nunes (MDB) com 10%, Márcio França e Erika Hilton com 7% cada. Felipe D’Ávila e Paulo Serra oscilam entre 8% e 10%. Brancos, nulos e indecisos somam 31%, o que indica elevado grau de indefinição entre eleitores.
Aprovação de Lula e Bolsonaro em SP
O levantamento também traz avaliação dos presidentes. Bolsonaro conta com aprovação de 47% e reprovação de 49% no estado, enquanto Lula tem 42% de aprovação e 54% de reprovação. O cenário confirma a forte polarização política paulista.
Perfil da amostra
Foram entrevistados 1.500 eleitores de São Paulo, com margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A amostra foi composta majoritariamente por mulheres (53%), com predominância das faixas etárias de 35 a 59 anos (47%) e renda entre dois e cinco salários mínimos (39%).
