A polícia prendeu três homens suspeitos de participação na morte da guarda civil metropolitana Sara Andrade dos Reis (34), vítima de latrocínio na Rodovia dos Imigrantes. O crime ocorreu no dia 19 de abril e, inicialmente, chegou a ser tratado como um acidente de moto.

A GCM Sara Andrade dos Reis e um dos suspeitos. (Reprodução / TV Record)
A GCM Sara Andrade dos Reis e um dos suspeitos. (Reprodução / TV Record)

A polícia prendeu três homens suspeitos de participação na morte da guarda civil metropolitana Sara Andrade dos Reis (34), vítima de latrocínio na Rodovia dos Imigrantes. O crime ocorreu no dia 19 de abril e, inicialmente, chegou a ser tratado como um acidente de moto.

A GCM Sara Andrade dos Reis. (Reprodução)

Caso passou de acidente a latrocínio

As investigações avançaram após a constatação de que a vítima havia sido baleada e teve pertences roubados, o que levou a polícia a reclassificar o caso como latrocínio, roubo seguido de morte. Segundo apurado, Sara Andrade foi abordada por criminosos enquanto estava em serviço.

Suspeitos usavam disfarce

De acordo com a investigação, o grupo utilizava motocicletas e se disfarçava de entregadores para cometer os crimes. A polícia também identificou que os mesmos suspeitos teriam realizado outro roubo poucas horas antes do assassinato. Durante a operação, uma das motos usadas nas ações criminosas foi apreendida.

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Prisões e investigação

Dois dos suspeitos estão sob custódia no Departamento Estadual de Investigações Criminais. O terceiro detido foi encaminhado para prestar depoimento. O caso segue em investigação, e a polícia trabalha para esclarecer todos os detalhes da ação criminosa e eventual participação de outros envolvidos. Os suspeitos presos nas ações das polícias de São Paulo não tiveram a identidade divulgada oficialmente.

O crime

Sara pilotava sua motocicleta, uma Honda ADV 150, pela Rodovia dos Imigrantes em direção ao trabalho quando foi interceptada na alça de acesso ao Viaduto Matheus Torloni. Embora o caso tenha sido reportado inicialmente como um acidente de trânsito, a perícia constatou que a guarda foi atingida por disparos de arma de fogo, sendo um deles fatal na região da cabeça.

O principal indício de latrocínio (roubo seguido de morte) foi o desaparecimento da arma de fogo da agente, uma pistola 9 mm, que não foi encontrada junto ao corpo. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que trabalhou com imagens de câmeras de monitoramento da concessionária Ecovias e de radares da região.

Integrante da corporação há pouco mais de três anos, Sara era descrita por colegas como uma profissional comprometida e dedicada. Atualmente, ela estava lotada na Inspetoria Regional do Jabaquara, unidade estratégica para a segurança da região onde o crime ocorreu.

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