A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga as mortes da influenciadora Lidiane Aline Lourenço, de 33 anos, e da filha Miana Sophya Santos, de 15, encontradas sem vida em um apartamento na Barra da Tijuca. A perícia não identificou sinais de violência e exames complementares, como o toxicológico, foram solicitados para determinar a causa das mortes. Moradores afirmaram que o condomínio passou recentemente por vistoria e descartaram a hipótese de vazamento de gás.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou uma nova perícia no apartamento onde a influenciadora Lidiane Aline Lourenço, de 33 anos, e a filha Miana Sophya Santos, de 15, foram encontradas mortas, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital. O caso, cercado de mistério, é investigado pela 16ª DP (Barra da Tijuca).
Os corpos foram localizados na noite de quinta-feira (9), após vizinhos sentirem um forte odor vindo do imóvel no 11º andar e acionarem o Corpo de Bombeiros. Quando os agentes arrombaram a porta, encontraram Miana na sala e Lidiane em um dos quartos.
De acordo com a perícia, não há sinais de violência. Os legistas realizaram exames complementares, incluindo o toxicólogo, que pode indicar se houve o uso de medicamentos ou substâncias químicas. A causa das mortes ainda não foi determinada.
Moradores ouvidos pela equipe do BacciNotícias relataram surpresa com o ocorrido.
“Moro há 11 anos e nunca vi nada assim. Nem sei o que aconteceu de fato, mas nunca teve morte aqui”, disse um dos vizinhos. Ele afirmou não acreditar na hipótese de vazamento de gás, já que o local passou por vistoria recentemente. Outro morador contou que nunca houve problemas do tipo. “Foi feita vistoria há pouco tempo”, destacou.
Natural de Santa Cecília, no Oeste de Santa Catarina, Lidiane morava no Rio há alguns anos, onde conciliava a carreira de modelo e influenciadora digital com o curso de medicina. Nas redes sociais, somava mais de 50 mil seguidores, conhecidos por acompanhar sua rotina e publicações ao lado da filha.
Miana havia se mudado recentemente para viver com a mãe. Em Santa Cecília, ela estudava na Escola de Educação Básica Irmã Irene, onde era lembrada como uma aluna alegre, dedicada e querida por colegas e professores.
Os corpos foram levados de volta para Santa Catarina e sepultados no domingo (12). A escola divulgou uma nota de pesar, lamentando a perda e prestando solidariedade à família.
A Polícia Civil segue com as investigações para esclarecer as causas das mortes.
