Um policial civil e um amigo foram presos no Espírito Santo após uma confusão em uma adega terminar com uma mulher baleada. O agente teria retornado ao local para tomar o celular de uma funcionária que supostamente o filmou embriagado
Uma confusão dentro de uma adega terminou em violência e prisão no Espírito Santo. Um policial civil é acusado de agredir uma funcionária após suspeitar que havia sido filmado em uma situação comprometedora horas antes.
O caso ganhou contornos mais graves quando o agente retornou ao local acompanhado de um amigo, em uma tentativa de recuperar o celular da vítima — situação que rapidamente saiu do controle.
De acordo com as informações, o policial Herbert Henrique de Souza teria ido até a adega inicialmente sob efeito de álcool e tentado pegar bebidas sem efetuar o pagamento. Ao suspeitar que havia sido filmado, deixou o local.
Mais tarde, voltou acompanhado de Odair José Rodrigues de Andrade, decidido a tomar o celular da funcionária, de 31 anos. Durante a confusão, o policial entrou em luta corporal com a vítima.
No meio da briga, a arma do agente caiu no chão. Foi quando o amigo pegou a pistola e efetuou três disparos contra a mulher.
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A vítima foi atingida na perna e nas costas e precisou de atendimento médico. Apesar da gravidade da situação, ela não corre risco de morte.
Após os disparos, os dois suspeitos foram localizados e presos nas proximidades. A arma utilizada no crime também foi apreendida pelas autoridades.
Detalhes sobre o policial
O caso levanta questionamentos sobre a conduta do policial, que já havia se envolvido anteriormente em um acidente de trânsito enquanto dirigia sob efeito de álcool, na ocasião acompanhado da própria filha.
Até o momento, não há posicionamento oficial da defesa dos envolvidos. O caso também repercutiu nas redes sociais, com críticas à atuação do agente.
“Absurdo alguém que deveria proteger agir dessa forma”, escreveu um usuário. “Ainda bem que a vítima sobreviveu”, comentou outro.
Os dois homens seguem à disposição da Justiça, e o caso deve ser investigado pelas autoridades do Espírito Santo. A conduta do policial também deve ser analisada internamente pela corporação.
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