A policial penal Edivânia da Silva foi encontrada morta em sua casa, no município de Patos, no Sertão da Paraíba, após ter sido dada como desaparecida no dia 7 de novembro. Nos muros da residência, a polícia encontrou pichações com a inscrição “X9”, termo usado no meio criminoso para se referir a delatores, e a sigla CV, referência ao grupo criminoso Comando Vermelho.
A policial penal Edivânia da Silva foi encontrada morta em sua casa, no município de Patos, no Sertão da Paraíba, após ter sido dada como desaparecida no dia 7 de novembro. Nos muros da residência, a polícia encontrou pichações com a inscrição “X9”, termo usado no meio criminoso para se referir a delatores, e a sigla CV, referência ao grupo criminoso Comando Vermelho.
Apesar da possível ligação entre a facção e o crime, o marido da vítima foi preso no último sábado (8), acusado de ter cometido o homicídio. Após o assassinato, ele fugiu e foi localizado na cidade de Caetés, em Pernambuco.
A relação entre as marcas e o assassinato ainda será investigada. Até o momento, não há informações oficiais sobre a motivação nem sobre a autoria confirmada do crime.
Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária da Paraíba (Seap-PB) lamentou profundamente a morte da servidora, descrita pela corporação como “dedicada e profissional”. O órgão informou que Edivânia da Silva integrava os quadros da Seap desde 2012 e, atualmente, estava lotada na Penitenciária Feminina de Patos.
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