O docente de 37 anos foi preso em uma operação de combate ao compartilhamento de material pornográfico envolvendo crianças. A ação ocorreu na madrugada desta quarta-feira (17), e foi realizada pela Polícia Civil, em Maceió.

De acordo com as informações, o professor é suspeito de estuprar um adolescente de 13 na Serraria, é professor de Geografia, dava aulas em escolas particulares e também na rede pública de ensino. Câmeras do condomínio da vítima mostram o momento em que o adolescente, que é autista, saiu do local a pé até um carro que estava esperando por ele.

Reprodução / Divulgação
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Um docente de 37 anos foi preso em uma operação de combate ao compartilhamento de material pornográfico envolvendo crianças. A ação ocorreu na madrugada desta quarta-feira (17), e foi realizada pela Polícia Civil, em Maceió.

De acordo com as informações, o professor é suspeito de estuprar um adolescente de 13 na Serraria, é professor de Geografia, dava aulas em escolas particulares e também na rede pública de ensino. Câmeras do condomínio da vítima mostram o momento em que o adolescente, que é autista, saiu do local a pé até um carro que estava esperando por ele.

Acreditando que se tratava do pai do menino, o funcionário do condomínio ainda o acompanhou, mas ao ver que se tratava de outra pessoa, entrou em contato com a mãe dele. A partir daí, a Polícia Militar foi acionada.

O suspeito tem formação em Geografia pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e dava aulas em pelo menos duas instituições privadas, além de ser concursado da rede estadual de ensino desde 2021.

Mudança de comportamento

A mãe relatou que já havia percebido que o comportamento do filho estava diferente e acessou mensagens enviadas pelo suspeito, que usava um outro nome, e insistia para encontrar o adolescente. Para disfarçar, o professor mandava ele dizer aos pais que iria fazer trabalho escolar.

No dia do crime, a mãe havia saído com o outro filho para uma consulta médica, quando recebeu a mensagem do porteiro informando que o filho tinha acabado de sair com um homem descrito como barbudo e com tatuagens. O carro era similar ao veículo do pai da vítima, mas o motorista deixou o local antes mesmo de o funcionário entrar em contato com a mãe. Após o crime, o adolescente voltou para casa e relatou à mãe o ocorrido.

Imagens e informações repassadas à polícia ajudaram a identificar o veículo usado pelo suspeito, um carro prata. O professor foi detido e encaminhado à delegacia da Polícia Civil, onde o caso é investigado pela Delegacia dos Crimes Contra Crianças e Adolescentes da Capital.

Denúncias de sexo com animais e material infantil

O docente já foi alvo de uma operação de combate a pedofilia após uma denúncia anônima recebida pelo Ministério Público, em 2024. O MP recebeu denúncias anônimas de que ele praticava atos sexuais com animais e tinha armazenados em seu aparelho celular material de pornografia infantil. A Polícia Civil não informou se ele chegou a ser preso ou se chegou a ser alvo de mandado de busca e apreensão.

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