A Justiça de São Paulo decretou a prisão temporária de Alessandro Neves dos Santos, de 24 anos, suspeito de matar a jovem Sarah Picolotto dos Santos Grego em Ubatuba. O corpo de Sarah foi encontrado em uma área de mata no dia 15 de agosto, após ela ficar desaparecida por dias. O suspeito chegou a confessar o crime e foi liberado pela polícia, mas agora está foragido após um recurso do Ministério Público.

Professora foi desligada da escola após o crime
Professora foi desligada da escola após o crime

A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar a agressão de uma professora contra uma criança de quatro anos dentro de uma escola particular em Caxias do Sul (RS). O crime, que aconteceu na manhã da última segunda-feira (18), foi gravado por uma câmera de segurança na Escola Infantil Xodó Da Vovó.

A profissional, de 49 anos, foi demitida e agora é investigada por lesão corporal.

Agressão com livros e tentativa de ocultar a verdade

As imagens mostram o momento em que a professora, de volta de uma licença, atinge a cabeça do menino com uma pilha de livros. Segundo o pai da criança, Vinícius Souza Moraes, o impacto fez o filho bater o rosto na mesa, ferindo o nariz e a bochecha. Após a agressão, Leonice teria levado o aluno ao banheiro para limpar o sangue e o orientado a mentir, dizendo que havia caído. Inicialmente, a professora alegou à direção que a criança tinha se machucado no banheiro.

A direção da escola, desconfiada das diferentes versões, revisou as câmeras e confirmou a agressão.

Criança teve seis dentes afrouxados

A família agiu rapidamente, levando a criança a um dentista que constatou o afrouxamento de seis dentes e a necessidade de um aparelho para preservá-los. O menino também foi submetido a um exame pericial. A agressora, que atuava na escola há seis anos e era considerada de confiança, foi demitida por justa causa.

 

O que diz a escola e a investigação

O diretor administrativo da instituição, Cristhian Segatto Ferreira, desabafou sobre o caso. “O que nos salvou foram as imagens. Se não tivéssemos nosso sistema de câmeras robusto, certamente iríamos estar à deriva e nunca iríamos saber a real situação”, afirmou. A escola registrou um boletim de ocorrência, e a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) investiga o caso.

A polícia aguarda os resultados dos exames e os depoimentos da família e da direção da escola.

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