A casa que explodiu no Tatuapé, zona leste de São Paulo, armazenava clandestinamente mais de 1.200 foguetes e uma bomba com quase um quilo de pólvora. O imóvel também tinha equipamentos completos para a fabricação de explosivos, segundo o Gate. O morador, Adir Mariano, de 46 anos, morreu na explosão e já havia sido investigado anteriormente por soltar balões. Parte do material estava dentro da residência e outra parte dentro de um carro no local. A polícia segue investigando a quantidade total de artefatos produzidos e os riscos à vizinhança.

Quantidade de foguetes e pólvora encontrada em casa que explodiu choca autoridades
Quantidade de foguetes e pólvora encontrada em casa que explodiu choca autoridades

A Polícia Militar encontrou mais de 1.200 foguetes e uma bomba com quase um quilo de pólvora na casa que explodiu na última quinta-feira (13), no Tatuapé, zona leste de São Paulo. O imóvel, que ficou parcialmente destruído, era usado clandestinamente para a fabricação de artefatos explosivos. Parte do material estava espalhada pelos cômodos e outra parte dentro de um carro estacionado na residência.

Segundo o Gate, além dos fogos prontos, havia no local toda a estrutura necessária para a produção de pólvora e montagem dos explosivos. Entre os itens apreendidos estavam prensa, peneira, balança e outras ferramentas usadas na manipulação do material inflamável.

O morador do imóvel, Adir Mariano, de 46 anos, morreu na hora da explosão. Ele já havia sido investigado anteriormente por soltar balões. A esposa afirmou não saber da fabricação de fogos, mas relatou que o marido costumava sair para assistir outras pessoas soltarem balões. Parte dos foguetes apreendidos estava dentro de um veículo que, segundo os policiais, não chegou a ser acionado durante o acidente.

A investigação agora busca determinar a quantidade total de explosivos produzidos no local e avaliar o perigo que o material ainda poderia representar para a vizinhança.

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