A Polícia Civil prendeu, no fim da tarde desta quinta-feira (23), o quarto suspeito de participação no sequestro e assassinato do comerciante Marcelo Magalhães, de 31 anos. A prisão ocorreu no mesmo dia em que o corpo da vítima foi localizado em uma área de mata próxima ao Rio Cotia, na Grande São Paulo.
A Polícia Civil prendeu, no fim da tarde da última quinta-feira (23), o quarto suspeito de participação no sequestro e assassinato do comerciante Marcelo Magalhães, de 31 anos. A prisão ocorreu no mesmo dia em que o corpo da vítima foi localizado em uma área de mata próxima ao Rio Cotia, na Grande São Paulo.

(Foto: Reprodução / TV Globo)
Marcelo estava desaparecido desde 16 de junho, quando foi visto pela última vez deixando o prédio onde morava, em Carapicuíba (SP).
O suspeito, cuja identidade não foi divulgada, foi encaminhado ao 1º Distrito Policial de Carapicuíba, onde prestará depoimento ao delegado Fabiano Barbeiro, responsável pelas investigações. Segundo informações iniciais, o investigado fez revelações que poderão contribuir para o esclarecimento do crime, mas o conteúdo do depoimento ainda não foi divulgado oficialmente.
Família encontrou o corpo após buscas
Também nesta quinta-feira (23), familiares de Marcelo confirmaram que localizaram o corpo do comerciante às margens do Rio Cotia.
Desde que os suspeitos indicaram a região onde o corpo teria sido abandonado, parentes e amigos passaram a realizar buscas por conta própria, utilizando lanternas e facões durante a noite, até encontrarem o cadáver.
A Polícia Civil realizou a perícia no local e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
Comerciante foi atraído para uma emboscada
De acordo com a investigação, Marcelo foi convencido por um conhecido a comparecer a um encontro.
Ao chegar ao local combinado, ele foi surpreendido por outros integrantes do grupo criminoso, rendido e amarrado.
Segundo a Polícia Civil, os suspeitos roubaram aproximadamente R$ 8 mil em dinheiro e o celular da vítima. Os investigadores afirmam que o amigo foi o responsável por atrair Marcelo até o ponto onde os demais criminosos já aguardavam.
Marcelo implorou pela vida, diz polícia
Durante coletiva de imprensa, a Polícia Civil informou que teve acesso a imagens que mostram Marcelo em cativeiro antes de ser assassinado.
Conforme os investigadores, o comerciante chegou a implorar para não ser morto, mas os criminosos decidiram executá-lo para impedir que fossem reconhecidos posteriormente.
O caso segue sendo investigado como homicídio qualificado, e a Polícia Civil não descarta novas prisões à medida que o inquérito avança.
Leia mais no Bacci Notícias: