A morte de Pauline Potter, ex-participante de Quilos Mortais, voltou a chamar atenção para o elevado número de pessoas que passaram pelo reality e morreram nos anos seguintes.

Pauline Potter, ex-participante / Reprodução
Pauline Potter, ex-participante / Reprodução

A morte de Pauline Potter, ex-participante de Quilos Mortais, voltou a chamar atenção para o elevado número de pessoas que passaram pelo reality e morreram nos anos seguintes. A criadora do Guinness por ser, à época, a “Mulher Mais Obesa do Mundo”, sofreu um acidente de carro no início de 2025 e passou quase 11 meses lidando com sequelas e outras complicações de saúde até morrer.

Com a inclusão de Pauline, já são 17 ex-participantes mortos ao longo das 13 temporadas exibidas desde 2012 – número que alimenta a teoria de que o reality seria alvo de uma “maldição”.

Histórico de mortes e causas variadas

A atração, que ganhou versões no México, Itália e Brasil, acompanha pessoas com obesidade severa durante tratamentos intensivos para perda de peso. Entre os 17 mortos, muitos enfrentavam doenças graves decorrentes do quadro clínico, como sepse, problemas cardíacos, falência hepática e complicações pós-cirúrgicas. Outros chegaram a recuperar grande parte do peso perdido após o programa.

Sean Milliken, morto aos 29 anos, foi um dos participantes mais jovens a falecer. Angela Gutierrez, outra ex-participante, morreu aos 49 anos após abandonar consultas que seriam documentadas pela produção.

Questões psicológicas também aparecem entre as causas

Além das consequências físicas, parte dessas mortes está ligada a problemas de saúde mental – aspecto abordado ao longo da série, que trata o descontrole alimentar também como reflexo de traumas e situações emocionais profundas.

Crescente repercussão

Apesar de não haver qualquer comprovação de relação direta entre o programa e as mortes, a sucessão de casos continua a alimentar especulações e a transformar Quilos Mortais em um dos realities mais polêmicos do gênero.

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