A Receita Federal libera nesta sexta-feira (23) a consulta ao primeiro lote residual do IRPF 2026, que contempla 182.959 contribuintes e soma R$ 403,6 milhões. Os pagamentos serão feitos no dia 30 de janeiro, com prioridade para idosos, pessoas com deficiência, professores e quem optou por Pix ou declaração pré-preenchida.
A Receita Federal abre, a partir das 10h desta sexta-feira (23), a consulta ao primeiro lote residual de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2026. Ao todo, 182.959 contribuintes terão direito ao pagamento, que soma R$ 403,6 milhões.
O crédito bancário das restituições será realizado ao longo do dia 30 de janeiro, exclusivamente em conta de titularidade do contribuinte. Do total liberado, uma parcela significativa será destinada a pessoas com prioridade legal, como idosos, pessoas com deficiência e professores.
Segundo a Receita, R$ 250,4 milhões serão pagos a contribuintes prioritários. Desse montante, 4.692 restituições vão para idosos acima de 80 anos; 27.295 para pessoas entre 60 e 79 anos; 3.088 para contribuintes com deficiência física, mental ou moléstia grave; e 7.868 para aqueles cuja principal fonte de renda seja o magistério.
Outras 124.065 restituições contemplam contribuintes sem prioridade legal, mas que receberam preferência por terem utilizado a declaração pré-preenchida e/ou optado por receber a restituição via Pix. Já 15.951 restituições serão destinadas a contribuintes não prioritários.
Confira como consultar na Receita Federal
A consulta pode ser feita no site da Receita Federal, acessando a área “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, “Consultar minha restituição”. Também é possível acompanhar a liberação pelo aplicativo oficial da Receita para celulares e tablets.
Quem ainda não recebeu a restituição deve verificar se há pendências na declaração. Caso existam inconsistências, o contribuinte pode fazer a retificação. Até o momento, a Receita ainda não divulgou o calendário oficial de entrega das declarações do Imposto de Renda 2026. No ano passado, o prazo ocorreu entre 17 de março e 30 de maio.
Em situações de erro nos dados bancários, o valor não é perdido. O contribuinte pode solicitar o reagendamento do pagamento junto ao Banco do Brasil pelo prazo de até um ano após a primeira tentativa de crédito. Se o valor não for resgatado nesse período, será necessário fazer a solicitação diretamente pelo Portal e-CAC.
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