A influenciadora Maria Eduarda, conhecida como “Penélope”, ganhou notoriedade nacional após ser confundida com a suposta “Japinha do CV” durante uma megaoperação policial no Rio de Janeiro. Dada como morta nas redes sociais, ela reapareceu para desmentir os boatos e negar qualquer ligação com o crime.

 

Relembre quem é a influencer dada como morta e confundida com a Japinha do CV após megaoperação
Relembre quem é a influencer dada como morta e confundida com a Japinha do CV após megaoperação

A influenciadora Maria Eduarda, conhecida nas redes sociais como “Penélope”, voltou ao centro das atenções após divulgar que está grávida nas redes sociais. No ano passado, ela foi confundida com a chamada “Japinha do CV” durante uma megaoperação policial realizada no Rio de Janeiro.

Na época, imagens de um corpo desfigurado passaram a circular na internet, sendo atribuídas à jovem. A repercussão foi imediata, e diversos perfis chegaram a afirmar que ela teria morrido durante a ação policial, que deixou mais de 100 mortos.

Quem é “Penélope”

Maria Eduarda é uma jovem que já possuía presença nas redes sociais e ganhou ainda mais visibilidade após o episódio. Após a viralização dos boatos, ela apareceu publicamente para negar as informações.

“Oi, meu nome é Maria Eduarda. (…) Boatos que eu tinha morrido. Então, eu ‘tô’ viva. Isso tudo foi o que a internet criou”, declarou em vídeo publicado nas redes.

Ela também negou qualquer relação com o apelido “Japinha do CV”, que passou a circular junto ao seu nome.

“Essa tal de Japinha que estão falando aí… não sou eu. Essa menina não existe. Japinha não existe”, afirmou.

Maria Eduardarda (à direita) foi confundida com a Japinha do CV (à esquerda)

Confusão de identidade

A confusão começou após a divulgação de imagens que supostamente mostrariam o corpo de uma integrante do Comando Vermelho. No entanto, a Polícia Civil do Rio de Janeiro esclareceu que o cadáver não era de Maria Eduarda.

Segundo a corporação, o corpo era, na verdade, de Ricardo Aquino dos Santos, um homem com antecedentes criminais.

Investigações independentes e checagens de fatos também indicaram que houve uma mistura de identidades nas redes sociais, associando indevidamente a imagem da influenciadora a uma suposta criminosa.

Repercussão e fake news

O caso rapidamente ganhou grandes proporções, com teorias circulando na internet sobre a existência ou não da “Japinha do CV”. Perfis chegaram a afirmar que a suposta traficante estaria viva, enquanto outros sustentavam a versão da morte.

Além disso, outras pessoas também foram confundidas devido à semelhança física com a jovem, ampliando ainda mais a desinformação.

Tentativa de se afastar do passado

Após a repercussão, Maria Eduarda afirmou que tem buscado seguir um novo caminho e deixar para trás situações antigas da sua vida.

“Tenho minha vida, minha história. Tem coisas da minha vida que eu prefiro deixar no passado, e que eu não levo mais pra minha vida hoje em dia”, disse.

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