Em uma reviravolta nas investigações sobre a morte da jovem Maria Eduarda, de 21 anos, que caiu de uma altura de 40 metros ao saltar de rope jump sem cordas de segurança na Ponte do Esqueleto, a Polícia Civil de Limeira efetuou a prisão de mais três suspeitos. De acordo com o delegado seccional Antônio Luis Tuckumantel, os três homens detidos são do Rio de Janeiro e teriam ligação direta com a organização da atividade que resultou na tragédia.
A Polícia Civil de Limeira, por meio do delegado seccional Antônio Luis Tuckumantel, fez uma atualização que pode mostrar uma reviravolta nas investigações da morte da jovem Maria Eduarda, de 21 anos, que foi lançada de uma altura de mais de 40 metros, sem as cordas de segurança, na Ponte do Esqueleto, no último sábado (13).
Isso porque mais três pessoas que são suspeitas de estarem ligadas à morte também acabaram presas. De acordo com a polícia, os detidos seriam do Rio de Janeiro.

(Foto: Reprodução)
Sumiço de prova crucial e depoimentos na delegacia
Até o momento, as cidades onde ocorreram essas prisões e o envolvimento direto dos suspeitos ainda não foram confirmados. De acordo com informações preliminares, dois deles estariam prestando depoimento na delegacia de Limeira e o terceiro está sendo transferido do Rio de Janeiro.
Essas três pessoas trabalhavam na parte inferior da ponte, na retirada dos turistas da corda. Elas seriam justamente as suspeitas de terem retirado do corpo da jovem a câmera GoPro e terem sumido com ela, o que seria uma importante prova do crime.
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Prisões preventivas anteriores e ausência de empresa formal
No último sábado, três instrutores responsáveis pelo salto foram presos em flagrante. Eles atuavam em um grupo que promovia saltos de 40 metros de altura na ponte, cobrando R$ 180 por participante. A Justiça converteu a prisão em preventiva e negou habeas corpus à defesa.
O trio, identificado como Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves, permanece preso. Em depoimento, os instrutores não souberam explicar o erro fatal.
Um vídeo mostra o momento em que Maria Eduarda é levada até a beirada da plataforma e arremessada em queda livre. De acordo com o laudo da Polícia Civil, o equipamento de segurança não foi colocado na vítima e ficou enrolado no chão.
Segundo testemunhas, não houve verificação das condições do equipamento antes do salto. Ainda de acordo com as investigações, o grupo responsável não tinha empresa formalizada para atuar com esse tipo de atividade.
