Rita Cadillac, aos 71 anos, abriu o coração em entrevista concedida ao programa No Alvo e relembrou momentos marcantes de sua vida pessoal e profissional. A artista contou que precisou deixar o filho, Carlos César, ainda bebê, com apenas um ano de idade, para poder sobreviver e seguir trabalhando fora do país. Ela revelou que só conseguiu reencontrá-lo anos depois, quando decidiu “sequestrar o próprio filho” e trazê-lo para o Rio de Janeiro, retomando a convivência definitiva quando ele tinha nove anos. Apesar da reconexão, Rita admite que as dores e marcas dessa separação ainda repercutem no relacionamento entre os dois, já que o menino chegou a crescer acreditando que a mãe havia morrido.
Rita Cadillac, aos 71 anos, abriu o coração em entrevista concedida ao programa No Alvo na última segunda (22), e relembrou momentos marcantes de sua vida pessoal e profissional. A artista contou que precisou deixar o filho, Carlos César, ainda bebê, com apenas um ano de idade, para poder sobreviver e seguir trabalhando fora do país. Ela revelou que só conseguiu reencontrá-lo anos depois, quando decidiu “sequestrar o próprio filho” e trazê-lo para o Rio de Janeiro, retomando a convivência definitiva quando ele tinha nove anos. Apesar da reconexão, Rita admite que as dores e marcas dessa separação ainda repercutem no relacionamento entre os dois, já que o menino chegou a crescer acreditando que a mãe havia morrido.
A trajetória familiar de Rita também foi marcada pela relação conturbada com a mãe, Geni, que a abandonou na juventude e só voltou a procurá-la décadas depois pedindo perdão e ajuda financeira. Embora a artista diga ter perdoado como ser humano, ela afirma que nunca conseguiu perdoar como filha.
Outro episódio que trouxe polêmica foi um processo judicial movido por uma jovem chamada Roberta, que afirma ser filha de Rita e pediu reconhecimento por meio de exame de DNA. A artista contou que chegou a ser intimada, mas a suposta filha não compareceu para realizar o teste.
Ao longo da entrevista, Rita também recordou sua participação no filme Asa Branca, Um Sonho Brasileiro (1981), estrelado por Edson Celulari, destacando que a ousadia esperada na produção ficou apenas na imaginação do público e que guarda boas lembranças da experiência.
Em seu relato, Rita Cadillac mostrou coragem ao revisitar feridas, falar abertamente sobre as dificuldades que enfrentou como mãe e mulher e reafirmar a força com que construiu sua trajetória, mesmo em meio a tantos desafios.