Daniella London, atriz carioca de 32 anos que sofreu um AVC recentemente, possui uma carreira de destaque na publicidade brasileira e em produções independentes. Formada em Engenharia de Produção, ela já estrelou campanhas para grandes marcas como Nivea e Corona. A artista segue em recuperação e já apresenta melhoras motoras significativas.

Caso de jovem com AVC chama atenção para os riscos cardiovasculares associados a doenças autoimunes. Foto: Redes sociais.
Caso de jovem com AVC chama atenção para os riscos cardiovasculares associados a doenças autoimunes. Foto: Redes sociais.

A modelo e atriz Daniella London, que sofreu um AVC aos 32 anos no último dia 20 de dezembro e precisou ficar cerca de um mês afastada das redes sociais durante o processo de recuperação, possui uma trajetória consolidada no mundo publicitário, com participação em diversos comerciais de empresas famosas.

Nascida no Rio de Janeiro em 1993, onde passou toda a infância, Daniella London é descendente de poloneses que vieram ao Brasil durante a Segunda Guerra Mundial. Ela é formada em Engenharia de Produção, mas atualmente dedica-se integralmente à carreira artística.

Dentre as campanhas publicitárias em que Daniella participou e que tornaram seu rosto conhecido para os brasileiros, destacam-se marcas como Corona, Cor&Ton, Prio, Nivea, Actine, Icatu Seguros, Eli Lilly, China in Box, Juçaí, Nutrify e Greenpeople.

No audiovisual, ela integrou o elenco da websérie “Viralizou”, produzida pelo Núcleo TG, e do curta-metragem “Cartas de Veludo”, com direção e roteiro de João Kapps e produção de Clara Drumond, que ainda aguarda lançamento. No Instagram, a artista conta com quase 30 mil seguidores.

Mais detalhes do AVC de Daniella London

A modelo revelou nesta quarta-feira (21) que o episódio começou com fortes dores de cabeça e mal-estar que persistiam há semanas. No dia do incidente, ela apresentou fotofobia e desorientação, perdendo os movimentos do lado direito do corpo durante a madrugada.

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Apesar de os primeiros exames não apontarem alterações, uma ressonância magnética identificou um trombo que bloqueou o fluxo sanguíneo em uma área motora do cérebro. Daniella, que convive com a doença autoimune de Hashimoto, já está em processo avançado de reabilitação, tendo retomado a marcha normal e as atividades do cotidiano.

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