A segunda rodada da Copa do Mundo 2026 começa nesta quinta (18) com quatro jogos que podem definir os primeiros eliminados do torneio. Ao longo desta e da próxima semana, seleções dos Grupos A, C, D, E, F, J, K e L correm risco de saída precoce dependendo de combinações de resultados. Entre os destaques estão o duelo decisivo entre Tchéquia e África do Sul, a situação do Haiti no grupo do Brasil e a troca de treinador da Tunísia após goleada na estreia.

Foto: Divulgação/FIFA.
Foto: Divulgação/FIFA.

Com o encerramento da primeira rodada nesta quarta-feira (16), após a vitória da Colômbia sobre o Uzbequistão por 3 a 1 no Estádio Azteca, a Copa do Mundo 2026 entra em ritmo acelerado. A segunda fase de grupos começa nesta quinta (18) com quatro partidas que já podem definir os primeiros eliminados do torneio, e a pressão sobre algumas seleções é total.

O dia começa às 13h (horário de Brasília), com Tchéquia e África do Sul se enfrentando no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. Às 16h, Suíça e Bósnia e Herzegovina entram em campo no SoFi Stadium, em Los Angeles. À noite, o Canadá recebe o Catar às 19h, em Vancouver, e o México enfrenta a Coreia do Sul às 22h, em Guadalajara.

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Grupos A e C: quem perde pode estar fora

No Grupo A, o duelo entre tchecos e sul-africanos carrega peso duplo. O perdedor entra em situação crítica: precisará torcer por uma combinação de resultados na última rodada para sobreviver. Se a Tchéquia sair derrotada, necessita de um tropeço do México diante dos sul-coreanos. Já a África do Sul, em caso de revés, depende de que a Coreia do Sul não vença. Sem essa combinação, o time derrotado estará matematicamente eliminado.

No Grupo C, adversário da Seleção Brasileira, o Haiti corre risco de deixar a competição já na próxima sexta-feira (19), caso seja superado pelo time comandado por Carlo Ancelotti e o Marrocos vença a Escócia no outro jogo da chave.

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Grupos D e E: anfitriões e zebras na corda bamba

O Grupo D, que tem os Estados Unidos como um dos anfitriões, também reserva drama. Paraguai e Turquia vivem situação delicada: os sul-americanos podem ser eliminados se perderem para os turcos e a Austrália não for derrotada pelos norte-americanos. O cenário inverso coloca os turcos na mesma posição.

No Grupo E, o Equador parte para a segunda rodada já precisando vencer. Uma derrota para Curaçao, combinada com uma vitória da Alemanha sobre a Costa do Marfim, pode encerrar a participação equatoriana no torneio. Os curaçaenses, por sua vez, enfrentam o mesmo risco caso o cenário seja invertido.

Grupos F, J e K: troca de técnico e favoritos em alerta

A Tunísia chega ao segundo jogo sob nova direção: após levar 5 a 1 da Suécia na estreia, a federação decidiu trocar de treinador e entregou o comando ao experiente francês Hervé Renard. Mesmo com a mudança, os africanos podem ser eliminados se perderem para o Japão e a Holanda bater os suecos. No Grupo J, Jordânia e Argélia estão na mesma situação: ambas podem ser eliminadas ainda nesta segunda rodada dependendo dos resultados combinados com a partida entre Argentina e Áustria.

Já no Grupo K, o Uzbequistão, treinado por Fabio Cannavaro, é o único que arrisca a saída antecipada. Uma derrota para Portugal, somada a uma vitória do RD Congo sobre a Colômbia, encerra a campanha uzbeque no Mundial.

Grupo L: Croácia e Panamá sem margem para erro

Fechando o quadro de ameaças na segunda rodada, o Grupo L coloca Croácia e Panamá sob pressão. Os croatas não podem ser superados pelos panamenhos enquanto a Inglaterra tropeça diante de Gana. Para o time centro-americano, uma derrota para a Croácia aliada a um resultado negativo dos ganeses contra os ingleses também significaria eliminação imediata.

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