O homem preso por filmar mulheres em um bar no bairro Asa Norte, localizado em Brasília, é o mesmo que aterrorizou alunas de uma Universidade próxima ao local, em 2022. Identificado como Jonathan Alves Ramos, o suspeito foi detido em flagrante e teve sua prisão convertida em preventiva. Ele acumula um longo histórico de crimes sexuais, envolvendo gravações clandestinas em banheiros públicos.

Imagem-Reprodução: Policia Civil DF
Imagem-Reprodução: Policia Civil DF

Em Brasília, um homem com um longo histórico de crimes sexuais, que incluem gravações de mulheres em banheiros públicos, foi preso em flagrante em um bar, localizado no bairro Asa Norte.

Identificado como Jonathan Alves Ramos, de 32 anos, ele já havia sido preso em 2022, quando aterrorizou estudantes da Universidade de Brasília (UNB), ao filmá-las clandestinamente dentro das cabines dos banheiros.

O suspeito, conhecido por sua atuação em diferentes pontos de Brasília, acumulou diversas ocorrências de assédio e importunação sexual.

'Tarado do Banheiro'

Imagem-Reprodução: Imagem cedida ao Metrópoles

Histórico de Crimes

Em 2022, Jonathan, também foi detido em um bar de Asa Norte, onde foi pego se masturbando em um banheiro feminino. Ele chegou a correr por mais de um quilômetro antes de ser contido por seguranças do local.

A mais recente prisão ocorreu no último fim de semana, quando ele foi detido novamente por gravar mulheres sem autorização no banheiro feminino de um bar. A Polícia Civil do Distrito Federal indiciou o suspeito pelo crime, e sua prisão em flagrante foi convertida em preventiva após uma audiência de custódia na última segunda-feira (22).

Decisão da Justiça

Durante as investigações, A Polícia Civil ouviu a vítima, testemunhas, um policial militar e o namorado da jovem que acionou a polícia no último sábado. Detido, o suspeito, preferiu permanecer em silêncio, fazendo uso de seu direito constitucional. Até o momento a defesa de Jonathan não foi localizada.

De acordo com o delegado Sérgio Bautzer, da 5ª DP, a prisão preventiva foi solicitada para “resguardar a ordem pública e evitar a reiteração criminosa”, reforçando a gravidade dos atos do suspeito e a necessidade de mantê-lo sob custódia.

Leia também no BacciNoticias: 

Vídeos curtos

Mais lidas