A declaração foi feita após ele ser questionado se concederia o indulto ao ex-mandatário. “Na hora. Primeiro ato. Porque eu acho que tudo isso que está acontecendo é absolutamente dessarrazoado”, afirmou ele em entrevista ao Diário do Grande ABC.

Comportamento do governador teria desagradado o ex-presidente
Comportamento do governador teria desagradado o ex-presidente

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que caso se torne presidente da república, seu primeiro ato será perdoar a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A declaração foi feita após ele ser questionado se concederia o indulto ao ex-mandatário. “Na hora. Primeiro ato. Porque eu acho que tudo isso que está acontecendo é absolutamente dessarrazoado”, afirmou ele em entrevista ao Diário do Grande ABC.

O político ainda se mostrou ser a favor da anistia para condenados por tentativa de golpe de Estado, inclusive, cobrou prioridade no assunto por parte do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Ele acredita que não há elementos que comprovem a condenação de Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante a declaração, ele ainda cobrou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para que paute a anistia. “Entendo que os presidentes da Casa têm que submeter isso à vontade do plenário, e não pode ter interferência de outro Poder.

No entanto, Tarcísio voltou a negar a intenção de se candidatar à presidência em 2026. “Eu não sou candidato à presidência, vou deixar isso bem claro. Todo governador de São Paulo é presidenciável, pelo tamanho do estado, um estado muito importante”, pontuou.

“Mas vamos pegar na história recente qual foi o governador de São Paulo que se tornou presidente da República: o último foi Jânio Quadros e o penúltimo foi Washington Luís”, ponderou.

 

 

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