Segundo o pesquisador Lucas Ribeiro, as 21 letras da frase formariam um chamado número triangular, que poderia ser organizado visualmente no formato de um triângulo, semelhante ao elemento vermelho que aparece no centro da bandeira.
Uma teoria inusitada envolvendo a Bandeira de Minas Gerais tem chamado a atenção nas redes sociais e em comunidades interessadas em mistérios históricos. A hipótese foi apresentada pelo pesquisador brasileiro Lucas Ribeiro, que afirma ter identificado possíveis padrões matemáticos e simbólicos ligados ao lema presente no símbolo do estado.
Segundo o estudo divulgado pelo pesquisador, a frase em latim “Libertas quae sera tamen”, utilizada na bandeira mineira, possuiria exatamente 21 letras, número que, de acordo com sua análise, tem relevância matemática por corresponder a um chamado número triangular.
Esse tipo de sequência pode ser representado na forma de um triângulo equilátero, estrutura que, segundo ele, reproduziria visualmente o triângulo vermelho presente no centro da bandeira.
Pesquisador aponta possível código matemático
Lucas Ribeiro também chama atenção para a forma como o lema aparece no símbolo estadual. Em vez de estar disposto em linha reta, o texto circunda o triângulo central. Para o pesquisador, essa disposição poderia funcionar como uma espécie de pista visual que indicaria a forma correta de organizar as letras e revelar possíveis relações matemáticas.
A teoria avança ainda mais ao sugerir que, ao transformar as letras do lema em valores numéricos por meio de cálculos específicos, seria possível chegar a coordenadas geográficas no mapa. De acordo com a hipótese, esses pontos corresponderiam à antiga cidade de Heliópolis e ao município de Uruana de Minas.
Na interpretação do pesquisador, a conexão entre esses dois locais poderia estar ligada a ciclos históricos da humanidade que se repetiriam em períodos aproximados de 13 mil anos. Dentro dessa perspectiva, o Egito representaria um marco de uma civilização anterior, enquanto Minas Gerais simbolizaria o início de um novo ciclo histórico.
A proposta também sugere que os símbolos presentes na bandeira mineira teriam sido elaborados com proporções e elementos capazes de preservar esse tipo de conhecimento ao longo do tempo, funcionando como uma mensagem simbólica destinada às gerações futuras.
Apesar de ter despertado curiosidade e debates nas redes sociais, a hipótese não possui validação acadêmica. Especialistas em história e simbologia consideram a interpretação como uma leitura alternativa do símbolo criado no contexto da Inconfidência Mineira.
Ainda assim, o tema continua repercutindo entre interessados em teorias históricas, arqueologia alternativa e estudos relacionados a civilizações antigas, alimentando discussões sobre possíveis significados ocultos em símbolos históricos.
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