Quatro suspeitos morreram e 14 foram presos nesta quinta (18) durante a Operação Réprobos, que mirou um grupo ligado ao tráfico de drogas, homicídios e confrontos armados em Salvador, Lauro de Freitas e Camaçari, na Bahia.
A ação da Polícia Civil cumpriu 36 mandados de busca e apreensão, bloqueou 31 contas bancárias e apreendeu três veículos.
Entre os mortos estão Alessandro Pereira dos Santos (“Mangue”), Tiago de Jesus Anjos (“Baiana”) e Tiago da Cruz (“O Babão”); o quarto não foi identificado. Um dos presos manteve a esposa e a filha bebê reféns antes de se render.
Segundo a polícia, a quadrilha tem ligação com uma facção criminosa de atuação nacional.
Quatro suspeitos morreram e 14 foram presos nesta quinta (18) durante a Operação Réprobos, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia. A ação teve como objetivo desarticular um grupo envolvido em tráfico de drogas, homicídios e confrontos armados na capital Salvador e também em Lauro de Freitas e Camaçari, na Região Metropolitana.
Mandados
A ação cumpriu 36 mandados de busca e apreensão, bloqueou 31 contas bancárias e apreendeu três veículos ligados à quadrilha. Segundo a corporação, os bairros de São Cristóvão e Nova Brasília da Estrada Velha do Aeroporto, na capital, concentraram as ações.
Bandidos mortos

Imagem divulgação Polícia Civil
Em Lauro de Freitas, Alessandro Pereira dos Santos, conhecido como “Mangue”, morreu em troca de tiros.
Em Salvador, Tiago de Jesus Anjos, o “Baiana”, apontado como chefe do tráfico na área chamada “Planeta dos Macacos” e Tiago da Cruz, o “Babão”, também foram mortos. O quarto morto ainda não teve o nome divulgado.
Presos
Entre os presos está um homem que manteve a esposa e a filha, uma bebê, reféns em São Cristóvão. Ele se rendeu após negociação e teve apreendidos uma pistola 9 mm, carregador, munições e drogas. O suspeito, que já tinha passagens por roubo em coletivos e tráfico, é apontado como gerente de distribuição de armas e entorpecentes para a facção.
A Polícia Civil divulgou a lista de detidos, que inclui Idalvan dos Santos Conceição (“Paquito”), Lucimara Conceição dos Santos (“Helo”), João Carlos Mercês da Silva (“Porquinho”) e outros 11 nomes.

Imagem divulgação Polícia Civil
De acordo com a delegada Lígia Nunes de Sá, o grupo possui ligação com uma facção de alcance nacional e atuação no interior da Bahia, na Região Metropolitana e na capital.
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