A investigação sobre o assassinato da traficante Eweline Passos, a ‘Diaba Loira’, ganhou um novo e grave desdobramento. Um vídeo íntimo da vítima foi vazado e disseminado em grupos de mensagens após sua morte, o que levou a polícia a abrir um inquérito específico. O principal suspeito é um homem identificado como Breno, suposto namorado da traficante e também investigado como mandante do homicídio. A polícia acredita que o vazamento foi um ato de humilhação e retaliação, e busca responsabilizar não apenas quem divulgou o material, mas também todos que o compartilharam.
O crime no Rio de Janeiro ganhou um novo e chocante capítulo com a morte da traficante Eweline Passos, de 25 anos, conhecida como “Diaba Loira”. Após seu assassinato, um vídeo íntimo da traficante foi divulgado em grupos de aplicativos de mensagens, supostamente por um rival no tráfico.
Polícia Civil abriu um inquérito específico para investigar o crime de divulgação de material íntimo sem consentimento.
Suspeito de ter vazado vídeo é de facção rival
O vídeo, que teria sido gravado antes do falecimento de Eweline, foi distribuído de forma massiva. A delegada responsável pelo caso confirmou que a investigação sobre o vazamento está em andamento, separadamente do inquérito do homicídio.
O principal suspeito, um homem identificado apenas como Breno, era supostamente o namorado da traficante e também é investigado como possível mandante do assassinato. A polícia acredita que a divulgação do vídeo seria uma forma de humilhação e retaliação contra a mulher, perpetrada após sua morte.
Polícia procura responsáveis pela execução
A história de Eweline Passos, figura de liderança no tráfico de drogas de sua comunidade, já era conhecida no submundo do crime. No entanto, o vazamento do conteúdo íntimo adicionou um novo nível de crueldade à sua morte, ressaltando a gravidade do ato, que fere a dignidade humana e a privacidade, mesmo após o falecimento da vítima.
As autoridades agora buscam não apenas o mandante do vazamento, mas também as pessoas que contribuíram para a disseminação do material. Esse tipo de crime se agrava a cada compartilhamento, e todos que participam da circulação do vídeo podem ser responsabilizados. A investigação continua e foca em todos os envolvidos, tanto no homicídio quanto na divulgação do vídeo.