Três homens da cidade de Santo Antônio do Descoberto, em Goiás, morreram nesta segunda (8), após troca de tiros com a Polícia Civil de Sergipe, em uma pousada de Aracaju.

Trio que foi morto em troca de tiros
Identificados como Jacson Ferreira da Silva, 26, Lucas Araújo, 29, e Edimar Junior Feliz, 34, eles eram investigados por planejar roubos a joalherias em um shopping da capital.
Segundo a polícia, câmeras de segurança flagraram o trio fazendo reconhecimento das lojas horas antes do confronto. Os suspeitos tinham histórico criminal por furtos e roubos em shoppings de vários estados.
Três homens da cidade de Santo Antônio do Descoberto, em Goiás, no Entorno do Distrito Federal, morreram após trocar tiros com policiais civis de Sergipe, na última segunda (8).

Trio que foi morto em troca de tiros
A ação ocorreu em uma pousada de Aracaju, durante operação que buscava impedir um roubo a joalherias de um shopping da capital.
Ação policial e confronto
Identificados como Jacson Ferreira da Silva, 26 anos, Lucas Araújo, de 29, e Edimar Junior Feliz, de 34, os suspeitos estavam hospedados no local quando perceberam a chegada da polícia.
Um deles atirou contra os agentes, que reagiram, resultando na morte dos três durante a troca de tiros.
Segundo a Polícia Civil de Sergipe, os homens já eram monitorados e vinham sendo investigados por planejarem ataques a joalherias.
No mesmo dia do confronto, foram flagrados por câmeras de segurança em um shopping realizando o chamado “reconhecimento” de duas lojas que seriam alvo da ação.
As imagens de circuitos de segurança mostram o trio circulando separadamente para não levantar suspeitas e, depois, se reunindo novamente. A corporação acredita que o roubo aconteceria logo na abertura dos estabelecimentos.
Histórico criminal
O delegado Denival Eloi, diretor do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), informou que os três tinham extensa ficha criminal por roubos e furtos a joalherias em diferentes estados.
Um deles cumpria pena em Sergipe com monitoramento por tornozeleira eletrônica, mas havia retirado o equipamento dias antes para participar do crime.
As investigações apontam que o grupo fazia parte de uma quadrilha especializada em ataques a shoppings no país, e informações de outros integrantes ajudaram a polícia a localizar os suspeitos.
