Os Estados Unidos iniciaram uma nova ofensiva contra o Irã neste sábado (18), horas após um ataque na Jordânia matar dois militares americanos. A operação foi autorizada pelo presidente Donald Trump.
Os Estados Unidos iniciaram uma nova ofensiva militar contra o Irã neste sábado (18), ampliando a tensão no Oriente Médio. A operação foi autorizada pelo presidente Donald Trump poucas horas após um ataque contra uma base militar norte-americana na Jordânia deixar dois soldados mortos e um terceiro desaparecido.

O anúncio foi feito pelo Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), que informou que a ofensiva começou às 18h no horário da costa leste americana, 19h em Brasília. Até o momento, o órgão não revelou quais alvos foram atingidos nem quantas aeronaves ou armamentos foram empregados na ação.
Segundo o Centcom, o objetivo é reduzir a capacidade do Irã de ameaçar a navegação comercial no Estreito de Ormuz e atingir integrantes da Guarda Revolucionária apontados como responsáveis pelo ataque à base militar norte-americana na Jordânia.
“As operações foram planejadas para reduzir ainda mais a capacidade do Irã de ameaçar o transporte comercial no Estreito de Ormuz e punir rapidamente as forças da Guarda Revolucionária Islâmica que atacaram militares norte-americanos na Jordânia”, informou o comando militar em comunicado.
Ataque na Jordânia
A nova ofensiva acontece após as Forças Armadas dos Estados Unidos confirmarem a morte de dois militares durante um ataque realizado na sexta-feira (17). Segundo as autoridades americanas, a base foi atingida por mísseis balísticos e drones.
Além das duas mortes, um terceiro soldado segue desaparecido. Outros quatro militares ficaram feridos, foram encaminhados para hospitais na Jordânia e já receberam alta médica.
Os nomes das vítimas e detalhes sobre o desaparecimento ainda não foram divulgados.
Vídeo circula nas redes
Poucas horas após o anúncio da ofensiva, um vídeo passou a circular nas redes sociais mostrando imagens que seriam do momento do ataque à base militar na Jordânia.
Até a publicação desta reportagem, porém, o conteúdo não havia sido autenticado pelas autoridades dos Estados Unidos nem do Irã, e o contexto completo das imagens permanecia sob apuração.