Durante a Assembleia-Geral da ONU, Donald Trump rejeitou o reconhecimento do Estado palestino, alegando que seria um “prêmio ao Hamas”, e defendeu que a paz em Gaza depende da libertação de reféns pelo grupo. A posição contrasta com países que já reconheceram a Palestina.

Trump rejeita reconhecimento do Estado palestino e condiciona paz à libertação de reféns

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (23), durante a Assembleia-Geral da ONU em Nova York, que não reconhece o Estado palestino e que tal medida seria interpretada como uma recompensa ao grupo Hamas.

Segundo Trump, um fim da guerra na Faixa de Gaza só seria possível mediante a libertação dos 20 reféns mantidos pelo grupo terrorista.

“Precisamos acabar com a guerra em Gaza, precisamos negociar a paz, ter os reféns de volta. Mas o Hamas tem recusado nossas ofertas de paz”, afirmou.

A posição americana contrasta com a de países como Austrália, Portugal, Reino Unido e Canadá, que reconhecem o Estado palestino e incentivam ações diplomáticas em torno do conflito israelense-palestino. A declaração de Trump reforça o alinhamento dos EUA com Israel e sinaliza que medidas unilaterais de reconhecimento da Palestina não terão apoio norte-americano no momento.

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