Após um ataque no Metrô, onde um homem matou e feriu pessoas com faca antes de morrer, uma mochila suspeita deixada por ele levou ao isolamento da área. Uma UPA próxima foi fechada, deixando 22 pacientes presos dentro da unidade até a verificação do possível explosivo. O esquadrão antibombas e a polícia investigam o caso.

URGENTE: suspeita de bomba em UPA mobiliza polícia de São Paulo

Um ataque dentro de uma estação de Metrô provocou pânico e gerou uma operação de segurança que deixou 22 pacientes impossibilitados de sair da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) próxima ao local, na tarde desta segunda-feira. O agressor, que esfaqueou pessoas no Metrô, morreu após ser imobilizado e ferido com golpes de faca durante a reação de testemunhas. Ele deixou para trás uma mochila que levantou suspeita de conter uma bomba.

Segundo as primeiras informações, o homem iniciou os ataques de forma repentina, atingindo usuários que estavam na plataforma. Testemunhas relatam gritos e correria, o que agravou o tumulto e deixou outras pessoas feridas na fuga.

Após o ataque, o agressor foi contido por pessoas que reagiram e acabou morto no local antes da chegada do socorro. A mochila que ele carregava foi encontrada na área do incidente, levando a polícia a acionar o esquadrão antibombas e a isolar toda a região.

Por precaução, a UPA situada nas proximidades foi fechada temporariamente. Vinte e dois pacientes que já estavam em atendimento ficaram dentro da unidade sem poder sair até a conclusão da análise da mochila. Profissionais de saúde continuaram o atendimento normalmente, enquanto equipes de segurança reforçaram o isolamento.

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