Um vídeo publicado pelo senador Flávio Bolsonaro nas redes sociais nesta terça-feira (28) tem causado grande repercussão. As imagens mostram diversos corpos enfileirados nas ruas após a megaoperação policial contra o Comando Vermelho (CV) nos Complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro.
Um vídeo publicado pelo senador Flávio Bolsonaro nas redes sociais nesta terça-feira (28) tem causado grande repercussão. As imagens mostram diversos corpos enfileirados nas ruas após a megaoperação policial contra o Comando Vermelho (CV) nos Complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro.
De acordo com o Ministério Público, 132 pessoas morreram durante a ação, considerada a mais letal da história do estado. Entre os mortos estaria Penélope, conhecida como “Japinha do CV”, uma das criminosas mais procuradas e emblemáticas da facção.
Penélope ficou famosa nas redes sociais por ostentar armas, coletes táticos e uniformes camuflados, exibindo uma imagem de poder dentro do tráfico. Segundo investigações, ela era figura de confiança dos chefes da facção, atuando na defesa de pontos estratégicos e proteção das rotas de fuga da comunidade.
Durante o confronto, a criminosa teria resistido à abordagem e atirado contra os agentes, sendo atingida fatalmente por um disparo de fuzil na cabeça. Seu corpo, segundo relatos, foi encontrado próximo a um dos acessos principais do Complexo do Alemão.
O vídeo foi divulgado por Flávio Bolsonaro com a legenda:
“A pessoa morta que está com farda camuflada: A – Um anjinho. B – Um narcoterrorista. C – Um militar”.
Confira:
A operação envolveu forças conjuntas da Polícia Civil, Polícia Militar e unidades especiais, com o objetivo de desarticular a logística do Comando Vermelho e reduzir o domínio territorial da facção.
“O Rio de Janeiro vive um dia histórico. As forças de segurança mostraram que o Estado é mais forte do que o crime”, escreveu o senador ao compartilhar as imagens.
O caso segue em apuração, e a identificação oficial dos corpos encontrados durante a operação ainda está sendo realizada pelo Instituto Médico Legal (IML).
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