O vereador Thiciano Ribeiro (PL) e a comandante da Guarda Civil Municipal da cidade de Parnaíba, Penélope Brito, foram assassinados a tiros na manhã desta quarta-feira (27), no Centro de Teresina, Piauí.

Câmeras de segurança registraram o momento em que os dois foram atacados. O principal suspeito do crime, o ex-marido de Penélope, foi preso no mesmo dia.

A motivação do crime seria o ex-marido não aceitar o fim do relacionamento.

Veja o que a polícia já sabe sobre o assassinato da comandante da GCM e do vereador no Piauí

O vereador Thiciano Ribeiro (PL) e a comandante da Guarda Civil Municipal da cidade de Parnaíba, Penélope Brito (imagens redes sociais), foram assassinados a tiros na manhã desta quarta-feira (27), no Centro de Teresina, Piauí.

Câmeras de segurança registraram o momento em que os dois foram atacados. O principal suspeito do crime, o ex-marido de Penélope, foi preso no mesmo dia.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), o guarda municipal Francisco Fernando de Oliveira Castro, de 38 anos, não aceitava o fim do relacionamento com Penélope. O ex-casal tem um filho de cinco anos.

Esse caso está sob investigação da Polícia Civil.

Onde aconteceu o crime

O duplo homicídio ocorreu por volta da manhã do dia 27 de agosto, no Centro da capital do Piauí. As imagens das câmeras de segurança mostram as vítimas sendo atingidas pelos disparos.

Quem eram as vítimas

Thiciano Ribeiro da Cruz, 41 anos, advogado e político, era suplente do Partido Liberal em Parnaíba e havia assumido vaga na Câmara Municipal em maio deste ano. Antes disso, atuou como secretário de Transportes do município.

Penélope Miranda de Brito comandava a Guarda Civil Municipal de Parnaíba e chegou a exercer, de forma interina, o cargo de secretária de Transporte, Trânsito e Articulação com as Forças de Segurança. Ela deixa um filho de cinco anos, fruto do relacionamento com o suspeito.

O casal estava em Teresina para participar da comemoração do aniversário da avó de Thiciano.

Sobre o suspeito

O autor do crime, segundo a SSP-PI, é o guarda municipal Francisco Fernando de Oliveira Castro. Ele foi localizado na zona sul de Teresina, poucas horas após o crime. Na abordagem, a polícia apreendeu três armas de fogo (uma institucional e duas particulares), além de dinheiro e o carro usado no ataque.

Suspeito em circuito de segurança

Motivação do crime

Francisco admitiu para a polícia, de forma preliminar, ter cometido os assassinatos por não aceitar a separação de Penélope, que já durava pelo menos cinco meses.

Mais feridos

Um taxista, identificado como Paulo César Lopes Pereira, de 53 anos, foi atingido indiretamente durante a ação criminosa. O veículo dele recebeu um disparo, e ele sofreu ferimentos leves no rosto causados por estilhaços de vidro. Seu estado de saúde é estável.

Investigação 

A Polícia Civil conduz o inquérito e deve concluir a apuração em até 10 dias.

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