O desaparecimento da acompanhante de luxo Amanda Alves Moreira, de 26 anos, ganhou um desfecho inesperado para a família. Natural do Paraná, a jovem foi localizada presa na França, no Centro Penitenciário de Fleury-Mérogis, nos arredores de Paris, considerado o maior complexo prisional da Europa.

Governo do país não divulgou detalhes da investigação contra a brasileira
Governo do país não divulgou detalhes da investigação contra a brasileira

O desaparecimento da acompanhante de luxo Amanda Alves Moreira, de 26 anos, ganhou um desfecho inesperado para a família. Natural do Paraná, a jovem foi localizada presa na França, no Centro Penitenciário de Fleury-Mérogis, nos arredores de Paris, considerado o maior complexo prisional da Europa.

A família de Amanda registrou seu desaparecimento há pouco mais de duas semanas, depois que ela foi vista pela última vez em um hostel de Guarulhos, nas proximidades do Aeroporto Internacional de São Paulo, no dia 23 de outubro. Desde então, não havia feito contato com parentes.

Prisão ao desembarcar na França

De acordo com um comunicado oficial do Consulado-Geral do Brasil em Paris, Amanda foi presa assim que desembarcou em território francês. As autoridades não divulgaram o motivo da detenção, mas confirmaram que o caso está relacionado a uma investigação por tráfico internacional, que corre sob sigilo judicial.

Antes de desaparecer, a jovem havia avisado à mãe que faria uma viagem internacional e chegou a enviar uma foto do passaporte. Pouco antes do embarque, a família ainda recebeu uma localização na região de Campo Grande (MS), o que indica que Amanda pode ter se deslocado por diferentes estados antes de viajar à Europa.

Mesmo detida, Amanda conseguiu enviar um recado aos familiares por meio do consulado. “Ela deseja informar que será julgada em breve e que a família não deve se preocupar. Disse também que telefonará assim que for possível”, diz o documento encaminhado aos parentes.

As autoridades francesas ainda não divulgaram detalhes sobre o andamento do processo, nem a data do julgamento. O caso segue sob acompanhamento do Itamaraty e do Consulado Brasileiro em Paris.

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